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Teve início nesta segunda-feira, 23, em Várzea Alegre a 20ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza. A vacinação irá até 1º de junho, sendo o 12 de maio, o dia D de vacinação.

Essa é uma iniciativa do Ministério da Saúde, por meio da Coordenação Geral do Programa Nacional de Imunizações (CGPNI), do Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis, da Secretaria de Vigilância em Saúde.

Segundo informações do secretário de Saúde da cidade, Ivo Leal, o município recebeu inicialmente cerca de 20% do total das vacinas que serão destinadas pela Secretaria de Saúde do Estado para Várzea Alegre, que deve ultrapassar as 11 mil doses.

De acordo com Fábia Moreno - coordenadora da campanha em Várzea Alegre, neste momento serão atendidos os grupos prioritários: Crianças de 6 meses a menores de 5 anos (4 anos, 11 meses e 29 dias); Trabalhadores da Saúde; Gestantes; Puérperas (até 45 dias após o parto); Idosos de 60 anos ou mais; Grupos portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais; adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas; População privada de liberdade e funcionários do Sistema Prisional; e professores das escolas públicas e privadas.

A vacina é a trivalente e protege contra três subtipos do vírus da gripe: H1N1, H3N2 e Influenza B.

 

Com informação da A.I

Em jogo válido pela 2ª rodada do Brasileirão, o Ceará ficou no 0 a 0 contra o São Paulo. Na Arena Castelão, mais de 30 mil torcedores assistiram ao jogo. O próximo desafio do Vovô na competição é diante do Flamengo.

Ao final do confronto contra os paulistas, o técnico Marcelo Chamusca conversou com a imprensa. Mesmo insatisfeito com o resultado, o treinador viu com bons olhos a performance do time neste domingo. 

“Meu time se postou bem. Ganhamos uma consistência defensiva muito boa com a linha de cinco. Gostei bem da fase ofensiva no 2º tempo também. Tivemos uma postura reativa muito boa; o jogo ficou bem disputado. O aspecto positivo é que conseguimos controlar o jogo. Jogar contra uma equipe dessa envergadura, ter o controle do jogo e ficar mais próximo de vencer do que o adversário é um sinal positivo”, avaliou Chamusca. 

No Estádio Vovozão, o elenco alvinegro se reapresenta nesta terça-feira, 24, para treinos. Parte do elenco irá a campo para treino integrado, enquanto o restante realizará trabalhos regenerativos no departamento médico do Clube. Com cinco dias de preparação, o Ceará volta às disputas do Brasileirão contra o Flamengo, no próximo domingo, 29, às 16 horas, também na Arena Castelão.

Com informações da Assessoria de Imprensa do Ceará Sporting Club

A startup Fluke, criada por estudantes de universidades brasileiras, foi selecionada para representar o país na International Business Model Competition (IBMC), competição que premia o melhor modelo de negócio universitário do mundo. O evento ocorrerá nos dias 10 e 11 de maio em Utah, nos Estados Unidos (EUA).

Desenvolvida por alunos da Universidade de São Paulo (USP), da Fundação Getulio Vargas (FGV) e da Universidade Paulista (Unip), a Fluke foi pensada para ser uma operadora de telefonia virtual, focada na personalização do atendimento e na transparência. 

“[A ideia é] você não ter muita burocracia para poder montar o plano da maneira que você quer. Você consegue colocar, pelo aplicativo, o pacote que quer, já lança o preço e pode já contratar ou alterar o seu plano. Sem burocracia, sem ter que passar por intermediário”, destaca Marcos de Oliveira Junior, aluno do curso de Engenharia de Produção da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP e um dos idealizadores da startup fundada em junho do ano passado. 

“Na questão da transparência, você terá acesso, pelo nosso aplicativo, a seu padrão de consumo em tempo real, se a franquia de dados está acabando, quanto você está consumindo e com que está mais consumindo”, acrescentou.

Os estudantes planejam iniciar o funcionamento da operadora virtual de telefonia – que funciona com a infraestrutura alugada de uma operadora física – no próximo ano, no DDD 16. Eles pretendem se focar no público universitário da região. 

“A gente tem São Carlos, Araraquara e Ribeirão Preto, em São Paulo. São 3 milhões de chips e 300 mil universitários. Então, 10% da população são o denso do nosso público. Por isso, a gente tem que começar lá e depois ir expandindo gradual”, destacou Marcos. 

Segundo os estudantes, já estão prontas as plataformas referentes à transparência, que permitem que o cliente consiga acessar padrões de consumo, a interface de comunicação com o usuário final e o plano de publicidade. Os contratos com as operadoras físicas ainda estão em negociação. 

Os alunos estimam um investimento inicial de aproximadamente R$ 6 milhões. Para a viagem aos Estados Unidos, eles estão fazendo um crowdfunding (financiamento coletivo) a fim de arrecadar R$ 30 mil, dos quais metade já foi obtida.

Além de Marcos, participam da startup Matheus Uema, aluno do curso de Engenharia de Computação da USP, em São Carlos, Yuki Watanabe, aluno do curso de Engenharia Elétrica da USP, Vinícius Ito, estudante do curso de Engenharia Mecânica da Escola Politécnica da USP, Leonardo Santos, aluno de administração da FGV, e Augusto Pinheiro, que estuda Ciências de Computação na Unip.

No Brasil, a exploração de Serviço Móvel Pessoal (SMP) por meio de rede virtual foi regulamentada por meio da Resolução nº 550, em 2010, pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Com informação da Agência Brasil

O ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, destacou que o Grupo Banco Mundial terá mais capacidade para elevar os investimentos para países em desenvolvimento com a decisão do Board de governadores da instituição multilateral, que propôs o aumento de capital de US$ 13 bilhões, distribuídos em US$ 7,5 bilhões para o Banco Mundial e US$ 5,5 bilhões para a International Finance Corporation (IFC). Depois de aprovada, a elevação de capital deve passar a valer a partir deste ano. O funding do Grupo Banco Mundial (GMB) hoje é próximo a US$ 60 bilhões.

"Avançar o pacote proposto de política irá prover um caminho para atingir nossos ambiciosos objetivos globais", apontou Guardia, em declaração na 97ª Reunião do Comitê de Desenvolvimento do Grupo Banco Mundial, feita em nome do Brasil, Colômbia, República Dominicana, Equador, Haiti, Panamá, Filipinas, Suriname e Trinidad e Tobago. "Um Grupo Banco Mundial mais forte contribuirá para nossa coletiva busca de crescimento maior, sustentável e inclusivo", apontou.

O ministro destacou que é um importante dever do Banco Mundial apoiar países para criar e implementar reformas estruturais que elevarão a atuação do setor privado na economia, e fomentar investimentos em infraestrutura.

"Cerca de US$ 2,5 trilhões de dólares são investidos por ano no mundo em transportes, energia, água, sistemas de telecomunicações", apontou Guardia. Segundo ele, este montante continua insuficiente para as necessidades globais nestes segmentos, o que resulta em menor crescimento econômico e provisão de serviços essenciais para o público, sobretudo para os cidadãos mais pobres. "Desta forma, uma particular atenção deve ser dedicada para países de renda média, pois neles residem 70% dos pobres e 71% dos refugiados do mundo", ressaltou.

Para Guardia, é fundamental elevar as metas do Banco Mundial para mobilizar recursos privados para apoiar projetos de infraestrutura. Segundo ele, os governos têm restrições orçamentárias para alocar capitais para aplicar nesta área, mas, ao mesmo tempo, investidores institucionais e financeiros possuem perto de US$ 120 trilhões em ativos que poderiam, ao menos parcialmente, apoiar tais projetos para ampliação de Formação Bruta de Capital Fixo.

"Atrair investimentos privados é essencial para entregar a infraestrutura mais necessária com a qualidade mais adequada dentro do cronograma para 2030", apontou o ministro da Fazenda. Ele considerou como oportunos os mecanismos desenvolvidos pelo Grupo Banco Mundial para viabilizar a aproximação em projetos neste segmento entre os setores público e privado.

Contudo, ele destacou que tal processo requer melhorar processos de preparação de projetos, padrões de contratos e de instrumentos financeiros, além da necessidade de mitigar riscos. Segundo Guardia, "deve ser uma alta prioridade da nossa agenda de desenvolvimento" maximizar o fluxo de financiamentos, com normas regulatórias e mecanismos para redução de riscos, a fim de promover a eficiência de mercados.

O diretor executivo do Banco Mundial, Otaviano Canuto, destacou à Agência Estado que a proposta de aumento de capital da instituição e do IFC, no total de US$ 13 bilhões, é "uma demonstração de força do multilateralismo." Na reunião de abril do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial foi reforçada a defesa da atuação dos países em conjunto para continuar o bom ritmo de crescimento mundial, com destaque para a defesa do livre comércio, ao mesmo tempo que ocorreram manifestações contrárias ao protecionismo. 

Com informações da Agência Estado

Com 100% de aproveitamento, a seleção brasileira venceu a Copa América de Futebol Feminino no Chile, a sétima conquista da competição.

Em partida realizada na noite desse domingo (22), as meninas do Brasil não tiveram dificuldade para vencer as colombianas por 3 x 0 no Estádio La Portada, em La Serena, com dois gols de Mônica e um de Formiga.

O resultado garantiu também ao Brasil vagas nas Olimpíada de 2020, no Japão, e na Copa do Mundo 2019, na França.

Para o treinador Oswaldo Alvarez, conhecido como Vadão, a fase preparatória foi essencial para o desempenho da seleção na Copa América, com sete vitórias em sete jogos, 31 gols marcados e apenas dois sofridos.

“Das 22 jogadoras que estão aqui conosco, 11 participaram dos três meses de trabalho na Granja Comary, em Teresópolis, quatro estiveram grande parte do tempo, e claro, as que atuam fora do Brasil se apresentaram nas datas da Fifa (datas em que a Federação Internacional de Futebol define para a realização de jogos preparatórios), disse Vadão.

Com informações da Confederação Brasileira de Futebol (CBF)

Começa hoje (23) a 20ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza. Até o dia 1º de junho, devem ser imunizados idosos a partir de 60 anos, crianças de 6 meses a menores de 5 anos, trabalhadores da saúde, professores das redes pública e privada, povos indígenas, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), pessoas privadas de liberdade e funcionários do sistema prisional.

Pessoas com doenças crônicas e outras condições clínicas especiais também devem receber a dose. Neste caso, é preciso apresentar uma prescrição médica no ato da vacinação. Pacientes cadastrados em programas de controle das doenças crônicas do Sistema Único de Saúde (SUS) devem procurar os postos de saúde em que estão registrados para receber a vacina, sem a necessidade de prescrição médica.

Dia D

O chamado Dia D de mobilização nacional deve ocorrer em 12 de maio. A previsão é de que nessa data estejam abertos 65 mil postos de vacinação, sendo 37 mil de rotina e 28 mil volantes, com o envolvimento de 240 mil pessoas. Também estarão disponíveis, para a mobilização, 27 mil veículos terrestres, marítimos e fluviais.

De acordo com o Ministério da Saúde, a dose protege contra os três subtipos do vírus da gripe que mais circularam no último ano no Hemisfério Sul, conforme determinação da Organização Mundial da Saúde (OMS), incluindo o H1N1 e o H3N2. 

Reações adversas

Após a aplicação da vacina, podem ocorrer, de forma rara, dor, vermelhidão e endurecimento no local da injeção. As manifestações, segundo o governo, são consideradas benignas e os efeitos costumam passar em 48 horas.

A vacina é contraindicada para pessoas com histórico de reação anafilática prévia em doses anteriores ou pessoas que tenham alergia grave relacionada a ovo de galinha e seus derivados. É importante procurar o médico para mais orientações.

 

Com informação da Agência Brasil

Até o fim deste mês está em consulta pública um novo pacote de medidas de combate à corrupção, elaborado pela organização Transparência Internacional, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Considerado pela Transparência Internacional, organização que divulga anualmente o Índice de Percepção de Corrupção, como o maior pacote de corrupção do mundo, o novo conjunto de medidas tem mais de 80 sugestões de proposições legislativas, como emendas constitucionais e projetos de lei.

Entre os temas colocados em debate estão a redução do foro privilegiado e criminalização do chamado caixa 2, além da criação de um Sistema Nacional de Combate à Corrupção e Controle Social e de facilitadores para a participação popular no processo de produção de leis.

Também estão sob consulta a regulamentação do lobby, a possibilidade de aplicação da Lei da Ficha Limpa para servidores públicos, autorização da prisão preventiva de parlamentares, criminalização do enriquecimento ilícito de agentes públicos, definição dos crimes de abuso de autoridade e estabelecimento de condições para regular a circulação de dinheiro em espécie.

Lavagem de dinheiro

O público também poderá opinar sobre a proposta de estabelecer um teto para o autofinanciamento em campanhas e sobre a extinção do novo fundo de financiamento eleitoral.

Pelas propostas em consulta, os partidos políticos poderão ser mais responsabilizados ao serem submetidos à legislação que trata de lavagem de dinheiro e na que determina transparência no acesso à informação, por exemplo.

Outros pontos como a proteção de denunciantes de boa fé, definição de corrupção privada como crime, maior transparência na seleção de ministros dos tribunais de contas e a criação de um gatilho de eficiência para garantir duração razoável do processo judiciário também foram incluídos entre as medidas.

Histórico mostra mobilização

A apresentação das novas medidas dá continuidade de forma mais ampliada à mobilização iniciada há três anos com a coleta de mais de dois milhões de assinaturas em favor da proposta de iniciativa popular com 10 medidas anticorrupção. O chamado pacote das dez medidas, então elaborado pelo Ministério Público Federal, foi apresentado ao Congresso Nacional em março de 2016.

Ainda naquele ano, na madrugada de um dia conturbado, o plenário da Câmara aprovou o projeto. Contudo, os deputados retiraram do texto os principais mudanças previstas na proposta original, fato que motivou a reação de várias instituições.

O novo pacote começou a ser elaborado há mais de um ano com apoio de mais de 300 instituições e apresenta medidas consideradas mais prioritárias por especialistas nas áreas de prevenção e repressão à corrupção. Alguns dos temas criticados pela sociedade no pacote anterior foram removidos e outras abordagens incluídas, principalmente com foco na transparência e controle social.

Segundo as instituições envolvidas na organização da consulta pública, a nova agenda pretende ampliar a discussão para além das questões circunstanciais da política e apresentar soluções estruturais para um problema sistêmico.

“Esse nosso projeto abre esse espaço de construção coletiva de ideias e projetos de lei. A gente tem quase 100 especialistas envolvidos, sem contar todos os outros indivíduos que vão contribuir na plataforma. Então, é um projeto de construção coletiva de uma agenda muito importante para o país que a agenda da anticorrupção”, disse Michael Freitas Mohallem, professor da Fundação Getúlio Vargas/Direito Rio e coordenador do Centro de Justiça e Sociedade.

Debate eleitoral

Segundo o representante da Transparência Internacional no Brasil, Bruno Brandão, o pacote tem maior envergadura que o anterior devido ao momento histórico que o país tem vivido. E um dos principais objetivos da iniciativa é incluir os temas do pacote no debate eleitoral deste ano.

“Se tem um momento para ser ambicioso, para o país ter a ambição de mudar de patamar, de transformação qualitativa no combate e controle da corrupção, se existe um momento para ser ambicioso é agora, e talvez o último em algum tempo. Já existe uma fadiga, uma descrença, uma divisão do país, então, [a corrupção] ainda é o tema número um do debate público”, disse Brandão.

Passada a etapa de consulta pública, a estratégia da organização é apresentar o pacote para candidatos e tentar angariar o apoio deles para a apresentação das propostas no Congresso Nacional a partir de 2019.

“O foco é a adesão dos candidatos assinando um compromisso com esse pacote, para que ele seja colocado em votação já no início da próxima legislatura, em 2019. Então, os candidatos para a Câmara dos Deputados e o Senado Federal, nós vamos buscar um a um e fazer um trabalho de convencimento e advocacy [prática política desenvolvida por indivíduo, organização ou grupo de pressão, no interior das instituições do sistema político, com a finalidade influenciar a formulação de políticas e a alocação de recursos públicos] para que possam aderir ao pacote”, explica.

Brandão esclarece que o candidato poderá apresentar ressalvas ao pacote, mas a ideia é encontrar entre os aspirantes a um cargo no parlamento defensores que se manifestem publicamente em favor de mudanças na legislação de combate à corrupção no país. Os eleitores também serão alvo de campanhas de estímulo ao debate das questões propostas.

Uma das organizações que participarão da mobilização dos candidatos e dos eleitores é o Instituto Mude, que tem disponibilizado cursos online de cidadania para formar potenciais multiplicadores dos temas contidos nas medidas. O objetivo é promover a discussão do tema dia a dia e orientar os eleitores sobre candidatos investigados por envolvimento em irregularidades.

A consulta pública ficará aberta até 30 de abril, segunda-feira próxima.

 

Com informação da Agência Brasil

Aceitar empregos sem registro na carteira não significa abrir mão da aposentadoria e de outras garantias legais. No Brasil, já são mais de 11 milhões de trabalhadores nesta situação. O número se mantém em alta desde que a crise e o desemprego transformaram direitos trabalhistas em luxo.

A atividade remunerada, mesmo sem carteira assinada, também conta como tempo de contribuição previdenciária quando existem provas do vínculo entre empregado e patrão.

Para o INSS, quaisquer documentos que comprovem vínculos empregatícios podem ser aceitos na contagem do tempo de contribuição, desde que não sejam extemporâneos, ou seja, tenham sido produzidos depois que o funcionário saiu da empresa.

Com informações do Jornal Agora

O mercado financeiro reduziu, pela quarta vez seguida, a projeção para o crescimento da economia este ano. De acordo com a pesquisa do Banco Central (BC) a instituições financeiras, a estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), desta vez, passou de 2,76% para 2,75%. Há quatro semanas, a estimativa estava em 2,89%. Para 2019, a expectativa permanece em 3% há 12 semanas seguidas. Os dados constam do Boletim Focus, divulgado semanalmente pelo Banco Central às segundas-feiras.

Já a estimativa para a inflação subiu, após dez semanas consecutivas de redução. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA – a inflação oficial do país) passou de 3,48% para 3,49%. A projeção segue abaixo do centro da meta de 4,5%, mas acima do limite inferior de 3%. Para 2019, a estimativa para a inflação foi ajustada de 4,07% para 4%, abaixo do centro da meta (4,25%).

Para alcançar a meta, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 6,5% ao ano. Quando o Comitê de Política Monetária do BC (Copom) aumenta a Selic, a meta é conter a demanda aquecida, e isso gera reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Quando o Copom diminui os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação. De acordo com a previsão do mercado financeiro, a Selic encerrará 2018 em 6,25% ao ano e subirá ao longo de 2019, encerrando o período em 8% ao ano.

 

Com informação da Agência Brasil

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