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Segunda, 14 Maio 2018 14:48

Massas em alta

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O setor de massas cearense alcançou no primeiro trimestre de 2018 a marca de US$ 625,9 mil em exportações, colocando o Ceará como o 5º maior estado exportador do segmento no Brasil e o que mais cresceu no País. O crescimento é explicado pela exploração de novos mercados. Países como Venezuela, Colômbia e Chile, na America Latina e Angola, na África, se transformaram nos principais destinos da indústria de massas cearenses.

Móveis

Um dos principais destaques do primeiro trimestre na pauta de exportação cearense foi o setor moveleiro, que exportou US$ 152,1 mil, valor 65,1% maior do que o do mesmo período de 2017. Embora ainda represente uma pequena parcela no balanço de exportações, a indústria moveleiro tem encontrado nichos importantes de mercado para escoar sua produção, como a Dinamarca, que lidera o ranking, com US$ 33,1 mil, seguido de Porto Rico (US$ 20,3 mil). No ranking nacional de exportações do setor de móveis, o Ceará figura na 14ª posição.

Metalomecânica

Responsável por mais da metade (54,4%) da pauta exportadora cearense, nos três primeiros meses de 2018 foram vendidos para o exterior US$ 266,1 milhões em produtos metalúrgicos, valor é 9,4% menor do que o do ano passado. O Ceara ocupa a 9ª colocação no ranking dos principais estados exportadores do setor. Diferentemente do que se temia com a movimentação das tarifas norte-americanas, as exportações para os Estados Unidos aumentaram 43,8% entre 2017 e 2018, e passaram de US$ 51,9 milhões nos dois primeiros meses desse ano para US$ 78,6 milhões no acumulado até março. A Alemanha aumentou suas compras em 707,5% ficando em terceiro lugar nessa lista com US$ 42,1 milhões.

No caderno

Levantamento inédito do Sebrae revela que 77% dos empreendedores autônomos que faturam até R$ 81 mil por ano nunca fizeram um curso ou treinamento em finanças. Além disso, metade deles ainda usa o caderno para anotar os gastos, só 21% utilizam computador. Outro desafio é quanto ao controle de despesas: 48% dos entrevistados não fazem previsão de gastos e 39% não registram todas as receitas. Além disso, 34% não costumam acompanhar o saldo de caixa ou o faz no máximo uma vez mensalmente.

Compra por impulso

Estudo realizado em todas as capitais pelo SPC Brasil e CNDL revela que no último mês de fevereiro, em cada dez consumidores, seis (59%) aproveitaram as facilidades do crédito para fazer compras não planejadas. Nesse caso, as aquisições mais feitas por impulso foram roupas, calçados e acessórios (19%), compras em supermercados (17%), perfumes e cosméticos (14%) e idas a bares e restaurantes (13%). A aquisição de peças de vestuário e acessórios foi mais presente entre a parcela feminina (23%), enquanto a compra de produtos eletrônicos ganhou destaque entre os homens (13%).

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Beto Almeida

Porto S/A