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A inclusão automática e obrigatória no Cadastro Positivo vai "empoderar" consumidores e empreendedores, segundo avaliação do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). O texto-base do projeto foi aprovado na noite de quarta-feira (9) pelo plenário da Câmara dos Deputados, com o apoio de 273 parlamentares e 150 votos contrários.

A proposta estabelece que gestores de bancos de dados terão acesso a todas as informações sobre empréstimos quitados e obrigações de pagamento que estão em dia de pessoas físicas e jurídicas para formação de um histórico de crédito. Esses dados poderão ser usados por instituições financeiras para a criação de uma lista pública de bons pagadores. A medida estabelece ainda que o banco comunique ao cliente sobre a inclusão de seu nome no cadastro, além de informar os canais disponíveis para o cancelamento desse cadastro no banco de dados.

A votação da proposta deve ser concluída na próxima semana, quando os destaques e as emendas serão votadas no plenário. O texto ainda segue para Senado.

Para o diretor-presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, o projeto, quando entrar em vigor, vai destravar o acesso ao crédito, uma vez que será possível distinguir os bons dos maus pagadores. "[Os bancos] sempre mantiveram spreads [diferença entre o que os bancos pagam na captação de recursos e o que eles cobram ao conceder um empréstimo] extremamente altos para jogar na média, fazendo com que o bom pagador pague uma taxa de risco pelo mau pagador", disse.

O Sebrae calcula que a iniciativa de incorporar cidadãos e empresas no Cadastro Positivo poderá reduzir a inadimplência em até 45%. Além disso, estimativa das entidades que compõem a Frente do Cadastro Positivo indica que, a médio prazo, os efeitos do cadastro poderão injetar até R$ 1,1 trilhão na economia, promover um aumento de R$ 790 bilhões na geração de negócios e incluir 22 milhões de pessoas no mercado de crédito, mesmo quem não tem comprovação de renda.

SPC Brasil
O Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), que reúne o banco de dados sobre o histórico de pagamentos realizados pelos consumidores, também comemorou a aprovação do texto-base do projeto de lei do cadastro positivo. O SPC Brasil avalia que as consequências das novas regras podem tornar o acesso ao crédito mais fácil e com juros menores para consumidores e empresas que honram seus compromissos financeiros, com uma análise de risco mais realista na concessão dos créditos.

O órgão também comemora o efeito no empresário, que sentirá mais confiança para os financiamentos, empréstimos e compras a prazo. “Um dos motivos das taxas de juros serem altas e de não haver flexibilização dos prazos para pagamentos é a ausência de algumas informações sobre os hábitos de pagamento dos consumidores. Atualmente, o bom pagador é penalizado pelo consumidor inadimplente, fazendo com que os juros sejam elevados para todos. Com o Cadastro Positivo, o consumidor será analisado pelo seu próprio histórico de pagamentos, e não apenas pelas restrições pontuais existentes em seu nome, o que é um modelo mais justo e abrangente”, disse o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior.

Agência Brasil com informações do SPC Brasil

O Banco do Brasil registrou alta de 12,5% em seus lucros líquidos no primeiro trimestre deste ano. O percentual corresponde a R$ 2,749 bilhões, acima dos R$ 2,443 bilhões registrados nos três primeiros meses do ano passado. Na comparação com o quarto trimestre, entretanto, o banco teve lucro de R$ 3,108 bilhões, houve queda de 11,6%

Já o lucro líquido ajustado cresceu 20,3% no primeiro trimestre, alcançando R$ 3 bilhões. O Banco do Brasil disse no balanço que o resultado pelo crescimento de 5,4% das receitas com tarifas e pela redução das despesas de provisão e das despesas administrativas.

Carteira de crédito

A carteira de crédito para pessoas físicas cresceu 3% na comparação anual, atingindo R$ 177,2 bilhões no 1º trimestre. Segundo o BB, os destaques foram o crédito consignado e o financiamento imobiliário, que avançaram 8,2% e 6,8%, respectivamente. Já a carteira de crédito das pessoas físicas caiu 6,3% no ano, influenciada principalmente pela queda de 7,4% nas operações de capital de giro, além do recuo em investimentos e crédito imobiliário.

O retorno sobre patrimônio líquido (RSPL), indicador de rentabilidade, aumentou de 12,4% para 13,2% na comparação anual. O BB informou que em abril atingiu 1,9 milhão de clientes com contas digitais. "Para 2018 o desafio é atingir 3 milhões de clientes digitais", informou o banco.

Com informações G1

A redução nas expectativas de crescimento do PIB, diante de sinais de ritmo mais fraco da atividade econômica, e a pressão causada pela valorização do dólar, o Brasil deve terminar o ano com um saldo positivo na geração de empregos formais, segundo o ministro do Trabalho e Emprego, Helton Yomura.

Ainda é possível que o mercado de trabalho reaja neste ano, com ajuda do incremento das exportações e do agronegócio, citou o ministro, evitando se comprometer com uma meta formal de saldo do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). "Continuamos otimistas de ter um Caged positivo durante todo ano de 2018", afirmou.

"Esperamos que com as exportações e nas atividades que somos fortes como o agronegócio ajudem e que o cenário internacional ruim não impacte tanto na economia e na geração de empregos."

O mercado de trabalho tradicionalmente é um dos últimos setores a se recuperar após uma recessão, mas os dados econômicos mais recentes indicam perda de fôlego do emprego em meio a uma taxa de desemprego de dois dígitos.

O Brasil gerou 56.151 vagas formais em março, o melhor para o mês em cinco anos, mas registrando a terceira queda mensal depois das 77.822 vagas em janeiro e 61.188 em fevereiro.

Segundo o ministro do Trabalho, o mercado já é melhor que em anos anteriores graças à retomada econômica e às novas formas de contratação criadas pela reforma trabalhista.

O Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) registrou queda pelo segundo mês seguido em abril e mostrou que o país iniciou o segundo trimestre com desaceleração no ritmo de recuperação do mercado de trabalho, segundo a Fundação Getulio Vargas.

O Brasil encerrou o primeiro trimestre de 2018 com taxa de desemprego de 13,1 por cento, a mais alta desde maio do ano passado, em meio ao aumento da dispensa de trabalhadores diante de uma economia que vem mostrando menos força do que o esperado.

Com informações da Reuters

Um medicamento, originalmente usado para tratar osteoporose, pode ser uma potencial cura para a calvície. Pesquisadores identificaram que o remédio em questão tem um forte efeito nos folículos capilares, o que estimula seu crescimento. A pesquisa foi publicada no jornal científico PLOS.

O fármaco contém um composto que atinge uma proteína que age como um freio no crescimento do cabelo e, por isso, tem um papel importante no desenvolvimento da calvície. Com essa descoberta, pesquisadores acreditam trazer uma nova abordagem para o tratamento da condição para homens e mulheres.

Necessidade de teste clínico

A pesquisa foi realizada em laboratório, com amostras contendo folículos capilares do couro cabeludo de mais de 40 pacientes homens que realizaram transplante de cabelo. Nessas amostras, os pesquisadores realizaram tratamento com o remédio para osteoporose por seis dias. Os folículos entraram rapidamente em uma fase "anágena" do crescimento do cabelo e os fios começaram a "germinar".

Para assegurar os efeitos e a segurança do tratamento, entretanto, Nathan Hawkshaw, líder da pesquisa, afirma que análises clínicas são necessárias. Para Hawkshaw, da Universidade de Manchester, descobrir o efeito de um remédio nunca pensado para o tratamento da calvície pode "fazer uma real diferença para pessoas que sofrem com a perda de cabelo".

As exportações cearenses no período entre janeiro e abril de 2018 totalizaram US$ 639,2 milhões, um crescimento discreto de 3,3% em relação a 2017. No âmbito das importações, foi percebido um incremento de 6,4% no comparativo com o ano anterior, resultando em um total de compras do exterior de US$ 797,4 milhões. Como resultado desses movimentos de entradas e saídas de mercadorias do território cearense, o déficit da balança comercial local aumentou para US$ 158,2 milhões, um aumento de 20,9% na comparação com 2017. Os dados são do estudo Ceará em Comex, do Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC).

No mês de abril de 2018, as exportações atingiram a marca de US$ 150,1 milhões, o que representa um leve decréscimo de 1,4% em relação ao mês de março, mas um crescimento de 58,7% quando comparado ao mesmo período de 2017. As importações cearenses no mês foram de US$ 185,1 milhões, valor 10,3% maior que o mesmo período do ano anterior. Abril foi o mês de menor valor importado quando comparado com os outros meses ao longo de 2018.

No tocante à balança comercial do Nordeste, a participação das exportações cearenses no acumulado do ano foi de 11,95%, valor acima dos 11,54% registrados pelas importações. Em relação à participação na balança comercial brasileira, as vendas externas do Estado apresentaram queda, de 0,91% para 0,86%. As compras do exterior exibiram o mesmo comportamento, caindo de 1,60% para 1,47%.

O Ceará se posicionou como décimo quinto colocado no ranking dos estados exportadores brasileiros. Em termos de crescimento, no comparativo entre os quatro primeiros meses de 2018 e 2017, o Estado cresceu apenas 3,3% enquanto a média do crescimento nacional foi de 9,6.

O município de maior representatividade na pauta exportadora do estado é São Gonçalo do Amarante, com mais da metade do total das exportações cearenses (52%). A performance do município nas exportações do estado é reflexo principalmente da produção de placas de aço pela Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP). Sobral, Fortaleza e Maracanaú seguem como municípios de maior destaque, com participação respectiva de 9,2%, 7,3% e 6,1%. Icapuí, na produção frutífera, aumentou suas vendas externas em mais de 700% entre 2017 e 2018.

Setor mais significativo das exportações cearenses, “Ferro fundido, ferro e aço” teve um total exportado de US$ 335milhões, o que equivale a 52,4% do total vendido para o exterior. Vale o destaque para o setor de “Frutas; cascas de frutos cítricos e de melões”, com um crescimento de 86,1% em relação à 2017.

Quanto aos produtos exportados, os itens exportados pela CSP, classificados como “outros produtos semimanufaturados de ferro ou aço não ligado”, obtiveram um aumento de 5,8% em relação a 2017 e representam mais metade das vendas externas do Estado, totalizando US$ 322,5 milhões. “Melões frescos”, produto tradicional na pauta exportadora cearense nos últimos anos, voltou a exibir forte resultado, depois da estiagem de 2017, as exportações do setor subiram mais de 7 mil pontos percentuais, chegando à marca de US$ 20,2 milhões.

Principal comprador dos produtos cearenses nos últimos meses, os Estados Unidos mantiveram a liderança em abril e aumentaram sua participação no mercado exterior do estado, subindo de 23,3% para 24,1%, o que equivale a US$ 154,3 milhões, esse valor representa quase um quarto de tudo que o Ceará exporta. Turquia e México, fortes compradores do aço produzido na CSP, vem em seguida com US$ 64,4 milhões e US$ 51,4 milhões respectivamente. A Áustria surgiu, em abril, como o décimo maior destino das exportações cearenses, com US$ 19,8 milhões, um aumento bastante significativo, se comparado aos US$ 328,9 mil de 2017.

Verificando o ranking dos estados brasileiros importadores, o Ceará caiu uma posição em relação a 2017, alcançando a décima quarta posição em 2018. As importações do estado representaram 1,6% do total importado pelo país.

São Gonçalo do Amarante continua sendo o município com a maior participação (43%) no ranking dos municípios cearenses importadores, com um pequeno acrescimento de 0,2% nas compras externas em 2018 diante de 2017. Fortaleza, com um aumento de 7,4%, segue na segunda colocação no ranking, com uma participação de 18,1%. Ressalta-se ainda a cidade de Chorozinho, que em 2017 não realizava compras externamente e nesse ano, figura como o quinto maior município importador do estado, com um montante de US$ 32,1 milhões.

O setor de maior representação na pauta importadora cearense em 2018 é “Combustíveis e óleos minerais”, liderando com US$ 366 milhões, 13,9% acima do registrado no mesmo período do ano passado. Outros destaques dizem respeito aos elevados aumentos nas importações de “produtos químicos orgânicos”, que mais do que dobrou em relação à 2017, e aos produtos pertencentes ao setor de “aeronaves e aparelhos espaciais, e suas partes”, que exibiu nesse primeiro quadrimestre do ano, um aumento de mais de 24 mil pontos percentuais, saindo de US$ 54,2 mil para US$ 13,2 milhões.

Em relação as importações cearenses por produtos (NCM) de janeiro a abril de 2018, “Hulha betuminosa, não aglomerada” é o principal item importado pelo Estado, apesar de ter sofrido uma queda de 2,9%. Pode-se destacar, entretanto, aumento nas compras do exterior de outros itens, dos quais quatro dos dez principais produtos relacionados não haviam sido importados no mesmo período do ano anterior.

Em 2018, a China e a Colômbia alternam a liderança das origens das importações cearenses, a primeira com US$ 131,3 milhões, 13,89% maior do que em 2017, a segunda com 100,1 milhões. Trinidad e Tobago (1.641,6%) e Holanda (2.125,3%) foram os países que mais aumentaram suas exportações para o Ceará em 2018, o primeiro já ocupa a quarta posição nesse ranking.

O Centro Internacional de Negócios auxilia as empresas na inserção no mercado internacional, promovendo a cultura exportadora no Estado do Ceará. O CIN faz parte da Federação das Indústrias do Estado do Ceará - FIEC, que junto com Serviço Social da Indústria - SESI Ceará, Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - SENAI Ceará e Instituto Euvaldo Lodi - IEL Ceará formam o Sistema FIEC.

Com informações da FIEC

 

Até abril, exportações cearenses cresceram 3,3% em relação a 2017

09/05/2018 - 11h05

As exportações cearenses no período entre janeiro e abril de 2018 totalizaram US$ 639,2 milhões, um crescimento discreto de 3,3% em relação a 2017. No âmbito das importações, foi percebido um incremento de 6,4% no comparativo com o ano anterior, resultando em um total de compras do exterior de US$ 797,4 milhões. Como resultado desses movimentos de entradas e saídas de mercadorias do território cearense, o déficit da balança comercial local aumentou para US$ 158,2 milhões, um aumento de 20,9% na comparação com 2017. Os dados são do estudo Ceará em Comex, do Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC).

No mês de abril de 2018, as exportações atingiram a marca de US$ 150,1 milhões, o que representa um leve decréscimo de 1,4% em relação ao mês de março, mas um crescimento de 58,7% quando comparado ao mesmo período de 2017. As importações cearenses no mês foram de US$ 185,1 milhões, valor 10,3% maior que o mesmo período do ano anterior. Abril foi o mês de menor valor importado quando comparado com os outros meses ao longo de 2018.

No tocante à balança comercial do Nordeste, a participação das exportações cearenses no acumulado do ano foi de 11,95%, valor acima dos 11,54% registrados pelas importações. Em relação à participação na balança comercial brasileira, as vendas externas do Estado apresentaram queda, de 0,91% para 0,86%. As compras do exterior exibiram o mesmo comportamento, caindo de 1,60% para 1,47%.

O Ceará se posicionou como décimo quinto colocado no ranking dos estados exportadores brasileiros. Em termos de crescimento, no comparativo entre os quatro primeiros meses de 2018 e 2017, o Estado cresceu apenas 3,3% enquanto a média do crescimento nacional foi de 9,6.

O município de maior representatividade na pauta exportadora do estado é São Gonçalo do Amarante, com mais da metade do total das exportações cearenses (52%). A performance do município nas exportações do estado é reflexo principalmente da produção de placas de aço pela Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP). Sobral, Fortaleza e Maracanaú seguem como municípios de maior destaque, com participação respectiva de 9,2%, 7,3% e 6,1%. Icapuí, na produção frutífera, aumentou suas vendas externas em mais de 700% entre 2017 e 2018.

Setor mais significativo das exportações cearenses, “Ferro fundido, ferro e aço” teve um total exportado de US$ 335milhões, o que equivale a 52,4% do total vendido para o exterior. Vale o destaque para o setor de “Frutas; cascas de frutos cítricos e de melões”, com um crescimento de 86,1% em relação à 2017.

Quanto aos produtos exportados, os itens exportados pela CSP, classificados como “outros produtos semimanufaturados de ferro ou aço não ligado”, obtiveram um aumento de 5,8% em relação a 2017 e representam mais metade das vendas externas do Estado, totalizando US$ 322,5 milhões. “Melões frescos”, produto tradicional na pauta exportadora cearense nos últimos anos, voltou a exibir forte resultado, depois da estiagem de 2017, as exportações do setor subiram mais de 7 mil pontos percentuais, chegando à marca de US$ 20,2 milhões.

Principal comprador dos produtos cearenses nos últimos meses, os Estados Unidos mantiveram a liderança em abril e aumentaram sua participação no mercado exterior do estado, subindo de 23,3% para 24,1%, o que equivale a US$ 154,3 milhões, esse valor representa quase um quarto de tudo que o Ceará exporta. Turquia e México, fortes compradores do aço produzido na CSP, vem em seguida com US$ 64,4 milhões e US$ 51,4 milhões respectivamente. A Áustria surgiu, em abril, como o décimo maior destino das exportações cearenses, com US$ 19,8 milhões, um aumento bastante significativo, se comparado aos US$ 328,9 mil de 2017.

Verificando o ranking dos estados brasileiros importadores, o Ceará caiu uma posição em relação a 2017, alcançando a décima quarta posição em 2018. As importações do estado representaram 1,6% do total importado pelo país.
São Gonçalo do Amarante continua sendo o município com a maior participação (43%) no ranking dos municípios cearenses importadores, com um pequeno acrescimento de 0,2% nas compras externas em 2018 diante de 2017. Fortaleza, com um aumento de 7,4%, segue na segunda colocação no ranking, com uma participação de 18,1%. Ressalta-se ainda a cidade de Chorozinho, que em 2017 não realizava compras externamente e nesse ano, figura como o quinto maior município importador do estado, com um montante de US$ 32,1 milhões.

O setor de maior representação na pauta importadora cearense em 2018 é “Combustíveis e óleos minerais”, liderando com US$ 366 milhões, 13,9% acima do registrado no mesmo período do ano passado. Outros destaques dizem respeito aos elevados aumentos nas importações de “produtos químicos orgânicos”, que mais do que dobrou em relação à 2017, e aos produtos pertencentes ao setor de “aeronaves e aparelhos espaciais, e suas partes”, que exibiu nesse primeiro quadrimestre do ano, um aumento de mais de 24 mil pontos percentuais, saindo de US$ 54,2 mil para US$ 13,2 milhões.

Em relação as importações cearenses por produtos (NCM) de janeiro a abril de 2018, “Hulha betuminosa, não aglomerada” é o principal item importado pelo Estado, apesar de ter sofrido uma queda de 2,9%. Pode-se destacar, entretanto, aumento nas compras do exterior de outros itens, dos quais quatro dos dez principais produtos relacionados não haviam sido importados no mesmo período do ano anterior.

Em 2018, a China e a Colômbia alternam a liderança das origens das importações cearenses, a primeira com US$ 131,3 milhões, 13,89% maior do que em 2017, a segunda com 100,1 milhões. Trinidad e Tobago (1.641,6%) e Holanda (2.125,3%) foram os países que mais aumentaram suas exportações para o Ceará em 2018, o primeiro já ocupa a quarta posição nesse ranking.

Acesse o estudo completo AQUI.

Centro Internacional de Negócios da FIEC
O Centro Internacional de Negócios auxilia as empresas na inserção no mercado internacional, promovendo a cultura exportadora no Estado do Ceará. O CIN faz parte da Federação das Indústrias do Estado do Ceará - FIEC, que junto com Serviço Social da Indústria - SESI Ceará, Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - SENAI Ceará e Instituto Euvaldo Lodi - IEL Ceará formam o Sistema FIEC.
 

Cinquenta e um por cento dos entrevistados pela Boa Vista SCPC em uma pesquisa recente sobre o Cadastro Positivo afirmam considerar o banco de dados com informações de pagamentos uma ótima iniciativa. E 46% se consideram bons pagadores e esperam que o banco de dados com informações positivas comprove este comportamento ao mercado. Realizada com mais de mil pessoas, em todo o Brasil, entre março e abril, a pesquisa buscou identificar o entendimento sobre o Cadastro Positivo e quais benefícios esperam deste serviço.

Outros 34%, quando indagados “Como você imagina poder usufruir do Cadastro Positivo no seu dia a dia?” responderam que esperam auxílio no planejamento financeiro. 26% acreditam que vai ajudar a organizar a vida financeira, já que todas as contas estão reunidas em um único lugar. 25% o identificam como um meio para apontar que um deslize financeiro pode ser visto como algo pontual e não recorrente em seu comportamento, e para 21% exigir que para ele sejam aplicadas melhores taxas que a um mau pagador. 

A Boa Vista também perguntou: qual benefício do Cadastro Positivo você considera mais relevante? 33% querem ser reconhecidos pelas contas pagas e não somente por possíveis dívidas. 27%, por demonstrar que a dívida vencida foi um imprevisto diante dos demais pagamentos realizados. Para 25% o Cadastro Positivo pode manter mais crédito no mercado e para outros 15%, ser uma possibilidade de juros menores e prazos mais adequados ao seu perfil.

Os entrevistados também falaram sobre sua a atual situação financeira. Do total da amostra, 70% afirmaram já ter tido o crédito recusado em algum momento da vida e, em 62% dos casos, a principal barreira foi estar com restrição no nome ou já ter tido uma negativação e, mesmo estando com as dívidas em dia atualmente, o apontamento do passado ainda os impede de ter acesso ao crédito. Para os demais respondentes que já alegaram ter tido o crédito recusado, a principal barreira foi: não ter como comprovar renda (19%); não ter a carteira assinada (9%); estar com o score baixo (4%); não ter conta em banco (3%) e não ter o endereço e/ou telefone fixo comprovado (3%).

Metodologia

Aproximadamente 1200 consumidores participaram da sondagem Boa Vista SCPC sobre o tema Cadastro Positivo, realizada entre os dias 28 de março e 04 de abril de 2018, por meio de pesquisa eletrônica, com o objetivo de medir o entendimento do consumidor sobre o conceito do Cadastro Positivo e como esperam se beneficiar deste serviço. Para leitura dos resultados, deve-se considerar 3% de margem de erro e 95% de grau de confiança.

Com informações da Boa Vista SCPC

Há quase 10 anos, a figura jurídica do Microempreendedor Individual revoluciona o empreendedorismo no Brasil. São 6,5 milhões de empresários autônomos formalizados, com até um empregado e faturamento de até R$ 81 mil por ano, que contam com benefícios previdenciários, podem acessar crédito e emitir nota fiscal. Para qualificar e orientar esses empreendedores a gerirem melhor seus negócios, o Sebrae realiza a Semana MEI, entre os dias 14 de 19 de maio. Neste período, também será realizada a Semana da Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF), com oportunidade para os empresários aprofundarem conhecimento em finanças.

Este ano, a mobilização terá como foco a orientação do MEI para estimular vendas. A última pesquisa do perfil do MEI indica que 31% dos empreendedores apontam a dificuldade de conquistar cliente como o principal problema enfrentado e 25% dos que fecharam o negócio relataram que não tinham lucro. A Semana MEI também vai orientar futuros empreendedores a abrirem ou formalizarem o próprio negócio. Haverá ainda orientação sobre as declarações anuais e esclarecimento de dúvidas sobre as atividades permitidas para o registro do Microempreendedor Individual.

“A Semana do MEI é uma oportunidade importante para que todos possam acessar novos conhecimentos, esclarecer dúvidas e se orientar sobre estratégias que facilitem conquistar novos clientes e faturar mais”, afirma o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos. Segundo ele, ao sair da informalidade, o empreendedor abre novas perspectivas para sua atuação. “E junto com a Semana ENEF quem empreende também pode conhecer melhor sobre finanças e tomar decisões mais acertadas na gestão do seu negócio”, acrescentou.

“Aprender nunca é demais”, observa a empresária Beatriz de Paula Romagnoli. Formalizada há sete anos, ela continua se atualizando. “Fiz o Empretec e tive uma noção do que iria fazer e depois continuei com vários cursos no Sebrae”, conta Beatriz. A empreendedora de São Paulo hoje produz produtos personalizados, e brindes para festas e eventos, entre outras atividades. Pelo Super MEI, ela se especializou em decoração de festas e no ano passado concluiu, também pelo Sebrae, capacitação no segmento gráfica. “Para quem quer entrar no mercado tem que conhecer e saber o que vai fazer”, aconselha Beatriz.

Nos últimos anos, a formalização como MEI aumentou, assim como o faturamento de pelo menos 78% dos pequenos negócios. Com isso, os Microempreendedores Individuais começaram a investir em projetos de expansão, como fez Douglas Benedito Guilhen, que há três anos deixou o emprego para vender água mineral pela cidade de Marília (SP), onde mora. Da perua Parati, que carregava 30 galões, ele passou para uma caminhonete pequena. Agora, depois de um empréstimo de R$ 20 mil, ampliou seus negócios ao comprar um caminhão. “Hoje, meu estoque é de 800 galões, mas chegam a 1,2 mil mensais”, conta Douglas, que começou a fazer propaganda de seu negócio de porta em porta.

Com informações do SEBRAE

O Indicador de Clima Econômico no Brasil, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), caiu de 4,3 pontos em janeiro para -11,4 pontos em abril. Ele é calculado em vários países, em parceria com instituto alemão Ifo, com base em informações prestadas por especialistas em economia. O indicador varia de -100 pontos a 100.

O desempenho negativo foi puxado tanto pelo Indicador da Situação Atual, que mede a opinião dos especialistas em relação ao momento presente, quanto pelo Indicador de Expectativas, que apura a opinião em relação ao futuro.

O Indicador da Situação Atual caiu de -53,6 pontos em janeiro para -56,5 pontos em abril. O Indicador de Expectativas, apesar de se manter positivo, recuou de 85,2 pontos para 47,8 pontos.

Brasil atrás do Chile

Dos 11 países latino-americanos pesquisados, o Brasil ficou em sétimo lugar, atrás do Chile (que teve o melhor desempenho, com 49,2 pontos), Paraguai (49,1), Uruguai (16,6), Argentina (10,7), Peru (2,5) e Colômbia (-0,6).

O Brasil ficou à frente da Venezuela (-88,2 pontos), Bolívia (-22,7), México (-21,9) e Equador (-16,3). A média da América Latina ficou em -5,2 pontos.

Em relação aos outros Brics (grupo de países reunindo Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), o Brasil ficou melhor apenas que a Rússia (-25,9 pontos) e se situou abaixo da Índia (45,1), China (4,5) e África do Sul (21,5).

Outras grandes economias pesquisadas tiveram os seguintes desempenhos: União Europeia (25,2 pontos), Estados Unidos (23,9), Japão (13,2), Alemanha (48,6), França (25,7) e Reino Unido (-6,7).

Com informações Agência Brasil

As prefeituras brasileiras vão receber, nesta quinta-feira, 10, pouco mais de R$ 4,82 bilhões referente ao 1º decêndio do mês de Fundo de Participação dos Municípios (FPM). O valor já desconta a retenção do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Em valores brutos, incluindo o Fundeb, o montante é de quase R$ 6,03 bilhões.

De acordo com dados da Secretária do Tesouro Nacional (STN), o 1º decêndio de maio de 2018, comparado com mesmo decêndio de 2017, apresentou crescimento de 11,98% em termos nominais. Ou seja, comparando os valores sem considerar os efeitos da inflação. Quando o valor do repasse é deflacionado e comparado ao mesmo período de 2017, o crescimento é de 9,55%, levando-se em conta a inflação do período.

O valor total do FPM, com relação ao acumulado do ano, apresenta crescimento. O montante repassado aos Municípios no período de janeiro até o 1º decêndio de maio de 2018, registrou alta de 9,04%, em termos nominais, em relação ao mesmo período de 2017. Ao considerar o comportamento da inflação, observa-se que o FPM acumulado do ano de 2018 cresceu 6,21% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Apesar do cenário positivo, a análise dos Estudos Técnicos da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) alerta os gestores municipais a manterem cautela em suas gestões e ficarem atentos aos primeiros meses do ano ao gerir os recursos municipais. Historicamente, os recursos do FPM do primeiro semestre são superiores aos do segundo semestre, de forma a ser necessária a elaboração de um planejamento estratégico para não haver surpresas negativas no segundo semestre.

 

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