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O presidente da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), Beto Studart, foi eleito nesta terça-feira, vice-presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), na chapa que tem como presidente reeleito, o empresário Robson Braga de Andrade. Robson foi reeleito em votação unânime do Conselho de Representantes da entidade, composto por delegados das federações das indústrias dos estados e do Distrito Federal, realizada em Brasília. A posse acontece no dia 31 de outubro e a gestão será no período de 2018 a 2022. O Ceará também estará representado na nova diretoria pelo ex-presidente da FIEC, Fernando Cirino, que assume o cargo de diretor.

Após a eleição, Robson Braga de Andrade ressaltou os desafios a serem enfrentados nos próximos quatro anos. Além de reafirmar o compromisso de defender a continuidade das reformas estruturais, como a da Previdência Social, ele lembrou da importância da conclusão da agenda microeconômica e de medidas de redução da burocracia. Andrade também citou os desafios colocados no Mapa Estratégico da Indústria 2018-2022, ressaltando que o crescimento sustentado do país não ocorrerá fazendo mais do mesmo. “As reformas econômicas e institucionais são imprescindíveis para alcançarmos novos patamares de competitividade e de produtividade”, disse.

Nos últimos quatro anos, a CNI teve atuação destacada em prol da agenda de reformas estruturais, necessárias para se consolidar soluções perenes para os gargalos históricos à competitividade do país. Na área trabalhista, a entidade foi fundamental na defesa da regulamentação da terceirização e da modernização das leis do trabalho, ambas conquistadas em 2017. No campo da infraestrutura, defendeu o fim da participação mínima da Petrobras em blocos do pré-sal, medida aprovada em 2016 e essencial para destravar investimentos no setor de óleo e gás brasileiro.

Andrade também conduziu uma ambiciosa agenda nas áreas de educação e de inovação. Nesse período, foi implantada a rede de 25 Institutos SENAI de Inovação e consolidada a rede de 57 Institutos SENAI de Tecnologia em todo o país. Coordenadas pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), as estruturas oferecem serviços técnicos, tecnológicos e de inovação, que contribuem para tornar a indústria brasileira mais competitiva. O SENAI também foi reconhecido internacionalmente como referência em educação profissional pela Organização das Nações Unidas (ONU) e colocou o Brasil, pela primeira vez na história, em primeiro lugar na maior competição internacional de educação profissional, a WorldSkills, em 2015.

Nesta gestão, a Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI) se consolidou como principal espaço de discussão entre setor privado e governo, com a participação de mais de 200 empresas. Entre as conquistas da MEI está a criação da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii), em 2013, que oferece um novo e desburocratizado modelo de financiamento a projetos de inovação no país. A CNI também liderou as principais investigações sobre o impacto e os desafios que a 4aRevolução Industrial, conhecida como Indústria 4.0, terá sobre a indústria e a economia brasileiras.

No primeiro trimestre de 2018, o Ceará exportou US$ 71,6 milhões em calçados, valor 3,7% menor do que o do mesmo período de 2017. Essa marca posiciona o estado como segundo maior exportador em dólares, porém maior em quantidade de pares, do Brasil. Já as importações exibiram um aumento de 73,4%, passando de US$ 2,4 milhões para US$ 4,2 milhões. Tal elevação está relacionada com a aquisição de componentes para a fabricação do produto final, como é o caso de partes superiores de calçados, obtidos principalmente da China. Vale destacar que, se tais itens forem utilizados no produto final a ser exportado, a indústria fica desobrigada a pagar os diversos impostos da aquisição destes componentes, através do regime especial conhecido como drawback, tornando assim as empresas mais competitivas.

Sob o âmbito dos produtos exportados, percebe-se que o item “Calçados de borracha ou plásticos, com parte superior em tiras ou correias”, assim como em fevereiro, continua liderando o ranking, com US$ 27,8 milhões. A Argentina ocupa a posição de principal destino das exportações cearenses de calçados apesar de apresentar queda de 22,9% em relação a 2017. A Hungria mais do que dobrou as suas compras do calçado cearense, chegando no acumulado de 2018, à US$ 2,4 milhões.

Ainda em relação a este segmento, quase 15% de tudo que é exportado pelo Ceará provém do setor de calçados. O segmento, que é o que mais gera empregos no Estado, foi também por muito tempo o líder em exportações. Os calçados perderam o posto de principal setor exportador do Ceará para o metal mecânico devido ao início das atividades da Companhia Siderúrgica do Pecém. Os dados são do estudo Ceará em Come, elaborado pelo Centro Internacional de Negócios (CIN) da FIEC.

Com informações da FIEC

O secretário do Turismo do Ceará, Arialdo Pinho, iniciou nesta terça-feira (8) uma série de reuniões com setores que serão diretamente impactados com os novos voos nacionais e internacionais que chegarão a Fortaleza até o fim deste ano. O objetivo é fazer com que o turista seja melhor recebido e também que o empresário cearense aproveite as oportunidades que vêm com os voos.

Na manhã desta terça-feira (8), se reuniu com a Câmara Setorial Imobiliária da Agência de Desenvolvimento do Ceará (Adece) e apresentou as ações que estão sendo realizadas pela Secretaria do Turismo do Ceará (Setur), além de mostrar as possibilidades de negócios no setor a partir dos novos voos internacionais e nacionais.

“Queremos que todos os setores envolvidos de alguma forma com o turismo estejam em harmonia para aproveitar esse momento da melhor forma. Estamos nos disponibilizando para atuarmos em conjunto com setores como hotéis, restaurantes, empresas, guias e todos os demais ligados ao turismo”, reforça o secretário.

No início desta tarde, Arialdo Pinho se reuniu com integrantes da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH) no Ceará. “Não podemos deixar de aproveitar essa oportunidade de estarmos a uma conexão de qualquer lugar do mundo. Precisamos trabalhar juntos pra que o Estado cresça como um todo na área do turismo”, completa o secretário.

Até o fim deste ano, o Ceará passará a receber 47 frequências semanais internacionais para 14 destinos. No início deste ano, eram 14 frequências semanais para 8 destinos no exterior. Além disso, a GOL passará de 21 voos diários para 40 voos diários até o fim deste ano e 50 voos diários até 2019.

O Itaú Unibanco informou nessa segunda-feira ter reduzido a taxa máxima do crédito consignado (com desconto em folha de pagamentos) para aposentados e pensionistas do INSS, ficando abaixo do teto estabelecido pelo Ministério do Planejamento e pelo Conselho Nacional de Previdência. Com a decisão, os clientes passam a contar com taxa de, no máximo, 1,99% ao mês. A nova taxa passa a vigorar a partir desta terça-feira.

O anúncio de redução de juros no consignado ocorre após o Bradesco ter ultrapassado o Itaú e se tornado líder da modalidade. É a primeira vez que isso ocorre desde que o maior banco privado da América Latina comprou a carteira do mineiro BMG, em 2012.

O Bradesco totalizou R$ 45,3 bilhões em crédito consignado ao final de março, com crescimento de 3% em relação a dezembro, ante R$ 44,7 bilhões do Itaú, cujo incremento foi de 0,6%, na mesma base.

Com valor nacional em torno de R$ 4, o preço do litro da gasolina pode ser reduzido em todo o país, assim como dos demais combustíveis ainda este semestre. A projeção foi feita pelo presidente Michel Temer que afirmou que o governo estuda esta possibilidade e a de diminuir também os valores da conta de energia. Sem fazer promessas, ele disse que o ministro de Minas e Energia, Moreira Franco, está debruçado nos estudos.

Os combustíveis derivados de petróleo são commodities e têm seus preços atrelados aos mercados internacionais cujas cotações variam diariamente – tanto para cima quanto para baixo. Especialistas afirmam que a variação dos preços nas refinarias e terminais é que incentiva a competição no mercado brasileiro.

Temer fez uma estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para 2018 de 2,75%, e não de 3%. Segundo ele, não haverá “resultado catastrófico”. Também afirmou que a pauta econômica no Congresso Nacional poderá evoluir ainda este ano.

O presidente deu nota “excelente” para seu governo, ao citar dois reajustes concedidos ao programa Bolsa Família, um deles anunciados no último dia 30. A partir de julho, o valor do reajuste do benefício será de 5,67%. O pagamento passa de R$ 177,71 para uma quantia estimada de R$ 187,79.

Ao cair para 3,3% em março, frente aos 4,7% do mesmo período do ano passado, a inflação de grupo de países da América Latina (Brasil, Chile, Colômbia, México, Peru e Argentina) atingiu seu nível mais baixo desde o período pós-guerra, segundo relatório do Banco Goldman Sachs. De acordo com o documento, o ambiente favorável para uma inflação mais baixa, que já era realidade no fim do ano passado, se acentuou no primeiro trimestre de 2018, devido a continuidade da queda dos preços dos alimentos, considerada extraordinária pelos economistas do banco.

A inflação dos alimentos do bloco ficou inalterada em março, em relação ao mesmo mês do ano passado. Segundo eles, caso os preços das alimentação dentro e fora de casa estivessem alinhados com a média histórica, a inflação desta região estaria 1,5 pontos percentuais maior que o nível atual. A inflação de serviços do bloco também caiu, 1,2 ponto percentual no período, para 3,6% em março deste ano.

"A taxa de inflação atual é a mais baixa pelo menos desde o período do pós-guerra e está ocorrendo em um cenário de economias em crescimento. No geral, com algumas exceções notáveis - Argentina e Venezuela - a América Latina é hoje uma região com baixa inflação. Além disso, as expectativas de inflação diminuíram e se ancoraram em níveis amplamente consistentes com as metas oficiais de inflação", afirmam os economistas Alberto Ramos e Gabriel Fritsch, que assinam o relatório.

Eles destacaram ainda, que a dinâmica benigna da inflação no primeiro trimestre de 2018 facilitou a execução da política monetária de alguns países do bloco, como Peru em Brasil - onde a taxa básica de juros Selic está em seu nível histórico mais baixo (6,5% ao ano) e é esperado um novo corte na reunião do Banco Central que ocorre na metade deste mês, de 0,25 ponto percentual.

A melhora mais acentuada na taxa no primeiro trimestre do ano ocorreu no México, mas o documento também destaca o comportamento dos preços no Brasil: "a inflação no Brasil também surpreendeu negativamente no primeiro trimestre: a inflação cheia permaneceu abaixo do limite de 3% da meta da meta de inflação, e uma parte significativa dessa surpresa positiva certamente estava relacionada à continuação da inflação alimentar muito benigna. A inflação dos núcleos e serviços desacelerou ainda mais do que a inflação global tanto do ano anterior quanto do mês de dezembro". No Brasil, a meta estabelecida pelo Banco Central é de 4,5% este ano, e atualmente a inflação acumulada em 12 meses está em 2,68%. A expectativa é que ela encerre o ano ao redor dos 4%.

Segundo o relatório, em todos os países, com exceção do México, a inflação anual dos alimentos consumidos em casa diminuiu significativamente ao longo de 2017 e diminuiu ainda mais durante os três primeiros meses do ano. A alimentação fora de casa também caiu significativamente ao longo de 2017, e ainda mais nos primeiros três meses deste ano: "um reflexo do menor repasse aos preço e do efeito atenuante das condições de demanda doméstica ainda lentas".

BANCOS CENTRAIS DEVEM AGIR COM CAUTELA

No entanto, aconselham no documento, que os bancos centrais, principalmente de Brasil, Chile, Colômbia e Peru, ajam com cautela, apesar da realidade de inflação baixa, porque os preços dos alimentos, principais responsáveis por essa condição confortável, estão excepcionalmente inferiores à série histórica de longo prazo, e é possível que se normalizem "à frente, acrescentando risco de alta à inflação".

Segundo o relatório, o México é exceção no bloco. Depois de ter tido uma inflação mais baixa em 2015 e na maior parte de 2016, os preços aceleraram, por conta de "diversos choques de ofertas negativos consideráveis". Esse ambiente de inflação mais alta, somada à deterioração das expectativas de inflação e riscos significativos internos e externos levaram o Banco Central mexicano aumentar a taxa básica de juros em 2,5 ponto percentual em 2016 e mais 1,5 ponto percentual em 2017.

Há algumas exceções no bloco, pontua. Na Argentina e Venezuela, a inflação não só está longe de ser benigna, como é um grande desafio político e uma fonte de risco para a economia. Na Argentina - que recentemente se juntou ao grupo de bancos centrais com uma estrutura formal de metas de inflação - o progresso de contenção da inflação tem sido lento e decepcionante. Na Venezuela, os economistas dizem que as autoridades já perderam o controle sobre a dinâmica monetária há muito tempo. Apesar da grave depressão econômica, a economia vive sob forte pressão da hiperinflação. Têm a maior taxa do planeta.

Com relação aos previsões para a taxa fechada do ano, a inflação deve normalizar para cima, onde tem sido atipicamente baixa e abaixo da meta (Brasil, Chile e Peru) e ficar moderada onde tem sido alta e acima da meta: na Colômbia, a convergência da inflação para a meta já ocorreu este ano e, no México, após um resultado de inflação melhor que o esperado no primeiro trimestre, o banco projeta que cairá um pouco mais ainda.

Com informações O Globo

Com a reorganização da economia, o Brasil voltou a crescer e, ao mesmo tempo, registrou o menor nível de inflação desde os anos 1990. Segundo levantamento do portal Governo do Brasil, esse novo cenário, além de beneficiar a população, melhorou a posição do País em um ranking global de inflação. Entre 2015 e 2018, foram Inflação 3sete posições nessa lista.

Para chegar a esse ranking, o portal levantou e comparou informações de inflação em 38 países entre os anos de 1994 e 2018. Os dados foram coletados por meio do site internacional Global-Rates. De acordo com essa pesquisa, o Brasil passou da posição 37 em 2015 para a 30 em 2018.

O posto é o melhor em dez anos, já que em 2008 o Brasil teve uma posição melhor que essa, quando ficou como a 29ª inflação do mundo. A taxa que melhorou o rankeamento do País é o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado em 12 meses até março, que ficou em 2,68%. Esse número é semelhante ao de alguns países desenvolvidos, como Islândia e Grã-Bretanha.

Evolução do Brasil
Especialistas ponderam que essa movimentação no ranking também depende do comportamento dos outros países, mas eles avaliam, no entanto, que o Brasil tem evoluído sistematicamente ao longo dos anos.

Uma inflação em nível baixo, sem grandes oscilações, é determinante para o desenvolvimento de um país por permitir um melhor planejamento financeiro da população e incentivar o consumo e os investimentos.

“O Brasil evoluiu muito. Historicamente falando, evoluiu exponencialmente”, afirma o pesquisador Pedro Guilherme Costa Ferreira. Ele é responsável por estudos da Fundação Getulio Vargas (FGV) que medem a expectativa de inflação do consumidor. “Nos últimos 25 anos, com o Plano Real e com alguns altos e baixos, a gente tem controlado muito bem os nossos preços”, argumenta.

“O principal ponto é que os consumidores superestimam a inflação, tendem a superestimar e entender que de maneira geral está com inflação maior do que realmente ela é", afirma Pedro Guilherme Costa Ferreira, pesquisador da FGV.

Ferreira explica que o consumidor tem dificuldades para entender que inflação baixa não significa queda de preços. Ele ensina que inflação é alta de preços, mesmo que pequena. Para se chegar ao IPCA, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) faz uma média ponderada da evolução de preços importantes para as famílias brasileiras.

Era da inflação galopante
Ferreira compara o Brasil de hoje com o dos anos 1980 e 1990, quando os preços subiram de forma descontroladas e, em alguns períodos, chegaram a variar mais de 100% em um único mês. Segundo ele, um cenário que ficou totalmente no passado.

As pesquisas de Ferreira, no entanto, mostram que a percepção do consumidor sobre os preços é diferente. Ele sempre acha que a inflação é maior do que realmente é. Enquanto o índice oficial está entre 2,6% e 2,8%, as pessoas, quando perguntadas, acreditam que a taxa está em 5%. “O principal ponto é que os consumidores superestimam a inflação, tendem a superestimar e entender que de maneira geral está com inflação maior do que realmente ela é”, afirma.

Fonte: Governo do Brasil, com informações da Global-Rates, do IBGE e da FGV

Mais entidades que atendem a população em vulnerabilidade social vão poder receber os produtos da agricultura familiar comprados pelo Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). Publicada nesta quinta-feira (3) no Diário Oficial da União, a resolução do Ministério do Desenvolvimento Social permite que instituições cadastradas nos Conselhos Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente e da Pessoa Idosa também recebam os alimentos.

No ano passado, mais de R$ 357,5 milhões foram investidos na compra e distribuição de alimentos, leite e sementes por meio do PAA. Com a medida, mais brasileiros vão ter acesso a uma alimentação de qualidade — antes, o programa era voltado apenas a escolas, hospitais, restaurantes, cozinhas comunitárias e unidades da rede privada e pública da Assistência Social que tivessem cadastro nos conselhos municipais.

Além disso, a resolução determina que as unidades que distribuem os alimentos se cadastrem na Rede Brasileira de Bancos de Alimentos, coordenada pelo ministério, que acompanha a demanda em cada instituição e pode melhorar a gestão dos produtos. A rede é composta por 218 bancos, sendo 107 coordenados pelos governos estaduais e municipais.

“O PAA é um programa de fomento à agricultura familiar e também um programa de segurança alimentar. Ampliamos a quantidade de conselhos que podem cadastrar as entidades para que esses produtos cheguem a um maior número de famílias”, reforçou a diretora substituta do Departamento de Apoio à Aquisição e à Comercialização da Produção Familiar da pasta, Andressa Jordão.

Fonte: Governo do Brasil, com informações do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) e da Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário

A Itália se consolidou, no primeiro trimestre de 2018, como o principal destino das rochas ornamentais cearenses. Nesse período, o país aumentou suas compras em quase mil pontos percentuais tendo como base os primeiros três meses de 2017, alcançando a marca de US$ 3,1 milhões. Esse valor representa mais de 70% do total exportado pelo estado (US$ 7,2 milhões). Setor tradicional na pauta exportadora cearense, o segmento de rochas ornamentais continua apresentando crescimentos significativos nas vendas para o exterior nos últimos meses. No acumulado de 2018, a variação foi de 69,4%.

Já as importações exibiram uma queda de 55,7%, registrando US$ 130,1 mil, mantendo o saldo da balança comercial do setor superavitário em US$ 7,1 milhões. Boa parte do que foi importado vêm da Grécia e da Espanha, apesar de ambos apresentaram quedas de 25,7% e 61,2% respectivamente. Outro ponto favorável ao Ceará, é que o estado ocupa a terceira posição no âmbito exportador, e dentre os líderes, foi o que mais cresceu.

As informações são do Miniestudo Setorial de Rochas Ornamentais, produzido pelo Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC).


Com informações da FIEC

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