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Cinco vezes maior do que os valores do mesmo período de 2017, as exportações do setor de massas cearense chegaram no primeiro trimestre desse ano à marca de US$ 625,9 mil, colocando o Ceará como o quinto maior estado exportador do segmento no Brasil e o que mais cresceu dentre as unidades federativas do país. Sob o âmbito das importações, o Ceará ocupa a quarta posição entre os estados brasileiros, com o valor de US$ 41,9 milhões. O crescimento nas vendas externas do setor pode ser explicado pela exploração de novos mercados, como Venezuela, Angola, Colômbia e Chile, principais destinos atualmente das massas cearenses, e que não compravam os produtos em 2017. A Argentina continua sendo o maior fornecedor de trigo, representando a totalidade do valor importado pelo Ceará. Os dados são do estudo Ceará em Comex, elaborado pelo Centro Internacional de Negócios da FIEC.

As informações são do Ceará em Comex, estudo do Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC).

 

Com informações Assessoria de Imprensa da FIEC

As exportações da Região Nordeste somaram US$ 3,9 bilhões nos primeiros três meses de 2018. Em comparação ao mesmo período do ano passado, houve incremento de 3,8% nas vendas externas. O levantamento do Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene), área de pesquisas do Banco do Nordeste, tem base em números divulgados pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC).

O crescimento foi devido à comercialização de produtos básicos, que registraram aumento de 27%, e dos semimanufaturados, com avanço de 10% nas exportações. As vendas de algodão (+ 224,6%), bagaço de soja (+ 50,9%) e soja (+ 22%) foram os destaques dos produtos básicos, enquanto as vendas de pasta química de madeira (+ 65,8%) ganharam relevância entre os semimanufaturados.

Os principais parceiros comerciais do Nordeste (Estados Unidos, China e Argentina) responderam por 44,8% das exportações. No período de janeiro a março deste ano, relativamente ao mesmo período de 2017, os embarques para os Estados Unidos e Argentina aumentaram 16,5% e 28,4%, respectivamente.

Com informações do Banco do Nordeste

No Dia Mundial da Malária, lembrado hoje (25), a Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta que a resposta global à doença está numa espécie de encruzilhada já que, após um período de sucesso sem precedentes no controle da enfermidade, o progresso parou.

Dados da entidade revelam que, em 2016, foram contabilizados cerca de 216 milhões de casos de malária em 91 países – um aumento de 5 milhões em relação ao ano anterior. As mortes pela doença totalizaram 445 mil no mesmo ano, número similar ao registrado em 2015 (446 mil mortes).

“O ritmo atual é insuficiente para atingir os marcos definidos para 2020 por meio do documento Estratégia Técnica Global da OMS para a Malária 2016–2030 – sobretudo no que diz respeito a metas como a redução de 40% na incidência de casos e mortes pela doença”, informou.

Em comunicado, a entidade lembrou as sete décadas de combate a uma das doenças mais antigas da humanidade e lembrou que o Continente Africano, sozinho, responde por 90% do total de casos e 91% das mortes por malária.

“Os países onde há transmissão de malária estão se posicionando cada vez mais em um de dois grupos: aqueles que estão se encaminhando rumo à eliminação da doença e aqueles com alta carga da malária e que reportam aumento significativo de casos”.

Com o tema Prontos para combater a Malária, a campanha este ano pretende reforçar a energia coletiva e o compromisso por parte da comunidade global em unir esforços em prol de um mundo livre da doença.

“Sem uma ação urgente, a maioria dos ganhos na luta contra a malária está sob ameaça. Neste Dia Mundial da Malária, a OMS continua a cobrar maiores investimentos e cobertura ampliada de ferramentas que previnam, diagnostiquem e tratem a malária”, concluiu.

A doença

De acordo com o Ministério da Saúde, a malária é uma doença infecciosa febril aguda, causada por protozoários transmitidos pela fêmea infectada do mosquito Anopheles. A cura é possível se o quadro for tratado em tempo oportuno e de forma adequada, podendo evoluir para forma grave e para óbito.

Os sintomas incluem febre, dor de cabeça ou no corpo, náuseas, calafrios e muito suor. O tratamento depende de fatores como a espécie do protozoário infectante; a idade do paciente; condições associadas, como gravidez; e outros problemas de saúde; além da gravidade da doença.

No Brasil

A maioria dos casos de malária se concentra na região amazônica, nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, de Mato Grosso, do Pará, de Rondônia, Roraima e do Tocantins.

Para quem esteve em áreas onde há circulação de malária nos últimos seis meses, a orientação é contar o fato a um profissional de saúde. “E, antes de ir para uma área que tem malária, procure orientação sobre prevenção”, informou o ministério.

 

Com informações Agência Brasil

 

O gastos de brasileiros no exterior chegaram a US$ 4,932 bilhões no primeiro trimestre deste ano. Os dados foram divulgados hoje (25) pelo Banco Central (BC). Em relação ao mesmo período de 2017, houve crescimento de 10,2%, quando foi registrado o valor de US$ 4,474 bilhões em despesas com viagens internacionais. Esse foi o maior resultado para o primeiro trimestre desde 2015, quando foram registrados US$ 5,232 bilhões.

As receitas de estrangeiros ficaram em US$ 1,934 bilhão nos três meses do ano, contra US$ 1,846 bilhão no mesmo período de 2017.

Em março, os gastos de brasileiros em viagens ao exterior chegaram a US$ 1,524 bilhão. No mesmo mês do ano passado, essas despesas foram um pouco maiores: US$ 1,533 bilhão. Já as receitas de estrangeiros no Brasil ficaram em US$ 544 milhões, contra US$ 650 milhões no mesmo mês de 2017.

Com os gastos de brasileiros no exterior maiores que as receitas de estrangeiros no Brasil, o saldo das viagens internacionais ficou negativo em US$ 980 milhões em março e em US$ 2,998 bilhões no primeiro trimestre.

Com informações Agência Brasil 

A nova pesquisa de preços em supermercados, realizada mensalmente pelo Departamento Municipal de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon Fortaleza), divulgada nessa terça-feira (24), indica elevação de 1,92% nos preços de alimentos e produtos.

A soma da média dos 60 itens, na pesquisa realizada entre os dias 17 e 18, chegou a R$ 403,01, contra R$ 395,43 no mês de março (13 e 14).

O levantamento também aponta que o mesmo produto pode variar até 394,38%, como por exemplo o quilo do alho, que pode ser encontrado de R$ 8,90 a R$ 44,00.

O jornalista do Jornal Alerta Geral (Expresso 104,3 FM – Grande Fortaleza e Região Metropolitana + 24 emissoras do Interior do Estado), Carlos Alberto Alencar traz mais informações no anexo logo abaixo:

Os pequenos negócios que possuem dívidas tributárias do Simples Nacional com União, Estados e Municípios terão até o dia 9 de julho para aderir ao Refis das micro e pequenas empresas.

As resoluções 138 e 139, foram divulgadas pelo Comitê Gestor do Simples Nacional, nessa segunda-feira (23), no Diário Oficial da União. Conforme as regras, o devedor terá um prazo de até 180 meses para a liquidação dos valores cobrados.

A parcela mínima será de R$ 50,00 para o Microeempreendedor Individual (MEI) e R$ 300,00 para os demais negócios de micro e pequeno porte.

O jornalista do Jornal Alerta Geral (Expresso 104,3 FM – Grande Fortaleza e Região Metropolitana + 24 emissoras do Interior do Estado), Carlos Alberto Alencar traz mais informações no anexo logo abaixo:

 

Os pequenos negócios que possuem dívidas tributárias do Simples Nacional com União, Estados e Municípios terão até o dia 9 de julho para aderir ao Refis das micro e pequenas empresas.

As resoluções 138 e 139, foram divulgadas pelo Comitê Gestor do Simples Nacional, nessa segunda-feira (23), no Diário Oficial da União. Conforme as regras, o devedor terá um prazo de até 180 meses para a liquidação dos valores cobrados.

A parcela mínima será de R$ 50,00 para o Microeempreendedor Individual (MEI) e R$ 300,00 para os demais negócios de micro e pequeno porte.

O jornalista do Jornal Alerta Geral (Expresso 104,3 FM – Grande Fortaleza e Região Metropolitana + 24 emissoras do Interior do Estado), Carlos Alberto Alencar traz mais informações no anexo logo abaixo:

 

Terça, 24 Abril 2018 15:23

CDL promove dia do imposto zero em 24 de maio

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No dia 24 de maio é realizada, pela Câmara de Dirigentes Lojistas Jovem (CDL Jovem Nacional), o 10.º Dia da Liberdade de Impostos. Na data, empresários de 17 Estados brasileiros vão vender produtos sem o valor dos impostos embutidos (os tributos serão pagos, apenas não serão repassados aos consumidores). A iniciativa questiona o alto valor dos impostos pagos pelos cidadãos ante o baixo retorno em serviços públicos. Os itens vão desde roupas e cosméticos (caso dos shoppings participantes) até carro zero quilômetro, passando pela gasolina, em diversos postos de combustíveis.

O CDL Jovem Nacional defende, por meio da campanha, a simplificação tributária no Brasil. "Assim, o País fica mais interessante para as empresas operarem aqui, o que leva ao aumento da concorrência, que, por sua vez, aumenta a oferta de empregos e o consumo", esclarece o vice-coordenador da CDL Jovem Nacional e presidente da CDL Jovem do Distrito Federal, Raphael Paganini. O representante das entidades ainda defende a fixação de um teto porcentual na cobrança de impostos que, segundo o próprio, daria mais segurança financeira ao empresário.

Os Estados participantes da campanha são: Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Roraima, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

A Demanda por Crédito do Consumidor cresceu em 4,3% no 1º trimestre de 2018 na comparação com o mesmo período do ano anterior, de acordo com dados nacionais da Boa Vista SCPC. Em março houve queda de 1,8% na comparação mensal com dados dessazonalizados. No acumulado em 12 meses, o indicador avançou 2,7% (abril de 2017 até março de 2018 frente aos 12 meses antecedentes). Na avaliação interanual (março de 2018 frente a março de 2017), março apresentou queda de 3,5%.

Considerando os segmentos que compõem o indicador, no 1º trimestre o segmento Financeiro apresentou maior avanço, crescendo 9,8%. O segmento Não Financeiro avançou 0,5% na mesma base de comparação.

Com a gradual melhoria da atividade econômica, o consumo deve seguir em um movimento de recuperação, colaborando para elevação da demanda por crédito. Com as recentes melhorias nas perspectivas de juros e inflação, a tendência é a continuidade da retomada do indicador. Segue abaixo a tabela contendo o resumo dos dados apresentados.

Com informações SCPC

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