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Será divulgado nesta segunda-feira, 23, o resultado dos pedidos de isenção da taxa da edição deste ano do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A informação estará disponível para os candidatos a partir das 10 horas de hoje, segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Esse é o primeiro ano em que os candidatos com direito à isenção precisam garantir o benefício antes do período de inscrições. Segundo o Inep, 3.818.663 enviaram o pedido de isenção da taxa de inscrição, que é de R$ 82, dentro do prazo, entre 2 e 15 de abril.

Os candidatos que tiverem o pedido negado terão entre esta segunda e o próximo domingo, 29, para apresentar novos documentos e garantir o direito. As inscrições do Enem para todos os candidatos, inclusive quem pediu isenção, e independentemente de ter o pedido aceito ou não, começa no dia 7 e segue até o 18 de maio.

Quem tem direito à isenção?

Estão isentos aqueles que:

- Estão cursando a última série do Ensino Médio, em 2018, em escola da rede pública declarada ao Censo Escolar;

- Fizeram todo o ensino médio em escola da rede pública ou como bolsistas integrais na rede privada, e têm renda, por pessoa, igual ou menor que um salário mínimo e meio (R$ 1.431);

- Estão em situação de vulnerabilidade socioeconômica por serem integrantes de família de baixa renda e que possuam Número de Identificação Social (NIS), único e válido, e renda familiar por pessoa de até meio salário mínimo (R$ 477) ou renda familiar mensal de até três salários mínimos (R$ 2.862);

- Fizeram o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) 2017 e atingiram nota mínima para certificação.

Calendário do Enem 2018

Veja as próximas datas da realização do exame:

- 23 de abril: resultados dos pedidos de isenção

- 23 a 29 de abril: intervalo para apresentar novos documentos, caso o pedido de isenção seja negado

- 7 a 18 de maio: inscrições do Enem (para todos os candidatos, isentos ou não)

- 4 e 11 de novembro: provas do Enem 2018

Com informações G1

Levantamento inédito do Jornal Folha de São Paulo mostrou que ao menos 1.125 provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), vestibular que seleciona estudantes para universidades públicas no País, podem ter sido fraudadas. As respostas dessas provas, por terem um padrão de respostas muito semelhante entre si, apontam uma alta probabilidade de que se tenha havido algum tipo de cola.

Segundo o modelo estatístico desenvolvido pela Folha de São Paulo, a chance de essas provas serem semelhantes apenas devido ao acaso em uma edição do Enem é de no mínimo 1 em 1.000. Ou seja, seria necessário repetir o exame mil vezes para que duas provas, sem interferência, fossem tão parecidas como os gabaritos suspeitos. Investigações conjuntas do Inep (órgão federal responsável pelo Enem) e da Polícia Federal confirmaram até hoje apenas 14 casos de fraude. A gestão Michel Temer diz que usa estatística e outros meios para combater as colas.

O estudo identificou tanto duplas de provas suspeitas, o que indica algum tipo de cola rudimentar, quanto grupos com até 67 candidatos suspeitos, apontando para um esquema mais sofisticado de transmissão de respostas. A pesquisa considera apenas candidatos que ficaram entre as 10% melhores notas, entre as edições 2011 e 2016, o que representa um montante total de 3 milhões de provas analisadas. Com essa pontuação, o candidato consegue ingressar em cursos concorridos como medicina, direito ou administração.

O modelo adotado é mais rígido do que o aplicado em outros estudos que buscaram identificar fraudes em exames e concursos públicos. A estatística foi usada, por exemplo, para detectar cola em universidade da Força Aérea dos EUA, ano passado, ou fraude em concurso para vaga na Receita Federal do Brasil. O Enem cobra 180 questões dos candidatos, com cinco alternativas cada.

O levantamento calculou a probabilidade de duas ou mais provas terem o mesmo padrão de acertos e de erros. Foi considerado como altamente suspeito, por exemplo, candidatos que erraram questões marcando a mesma alternativa errada (podiam ter errado escolhendo outras três opções também incorretas). Outro ponto considerado foi a probabilidade de esses estudantes de alto rendimento errarem questões de dificuldade média ou fácil. Se eles falham nessas perguntas, fica mais improvável que as semelhanças entre as respostas sejam ao acaso, pois espera-se que eles acertem essas questões.

Foram descartadas cinco questões de língua estrangeira, pois os estudantes podem ter padrões diferentes de respostas (eles optam entre inglês e espanhol). As informações processadas pelo Jornal Folha de São Paulo são oficiais, chamadas microdados do Enem. O banco mostra todas as respostas de todos os candidatos no exame, onde eles fizeram a prova, onde residiam à época da avaliação e outros dados. Nos últimos três meses, a reportagem buscou padrões inesperados nessas respostas.

O banco de dados não mostra nome dos candidatos ou qualquer número de identificação como CPF ou RG. Cruzando as informações do Enem com as dos ingressantes nas universidades, a reportagem conseguiu identificar um candidato cuja prova está entre as suspeitas.

Justimar Leal Teixeira, 48, teve na edição de 2015 padrão de respostas muito parecido ao de 24 provas. Para encontrar conjunto de exames tão semelhantes ao acaso, seria necessário aplicar uma edição do Enem por ano desde a criação do universo (há 14 bilhões de anos). Em relação a dez dessas provas suspeitas, o gabarito dele diverge em apenas 5 das 175 questões analisadas, incluindo mais de 30 respostas erradas na mesma alternativa.

Se a semelhança fosse apenas ao acaso, o modelo indica que deveria haver ao menos 39 questões divergentes. Teixeira nasceu em Patos (PI), cidade de 6 mil habitantes. Outras duas provas suspeitas foram feitas por pessoas naturais da mesma cidade. Questionado sobre a semelhança de seu gabarito com os demais, Teixeira afirmou que “se você pegar a redação, há diferenças” – a reportagem havia questionado sobre a parte objetiva, não sobre a redação. Teixeira negou que tenha participado de esquema. “Em universo grande, podem existir [semelhanças]. Quantas pessoas fazem o Enem?”

O modelo estatístico adotado pela Folha já considera que o exame é feito por milhões de estudantes, o que aumenta a probabilidade de haver duas ou mais provas parecidas, mesmo que não haja fraudes. Mas os gabaritos considerados suspeitos são tão semelhantes que é improvável que seja apenas obra do acaso. Teixeira foi aprovado em 2016 em biomedicina na Universidade Federal de Pernambuco, no Recife, mas está com o curso trancado, após cursar dois semestres. Ele diz que o trabalho, como advogado e militar, não permite que siga na graduação.

O levantamento estatístico identificou também uma estudante com prova suspeita, dentro do mesmo grupo de Teixeira, que ingressou em medicina na Universidade Federal do Vale do São Francisco, na Bahia, no segundo semestre de 2016. A reportagem não conseguiu contato com ela.

3 milhões: Número de provas analisadas no estudo estatístico

1.125: Número de provas identificadas como suspeitas, por serem muito semelhantes

1 em 35 mil: É a probabilidade média de se encontrar provas tão semelhantes de forma aleatória (ou seja, é preciso aplicar o Enem 35 mil vezes para o resultado se repetir sem interferência)

254: Número de cidades em que foi encontrada ao menos uma prova suspeita entre 2011 e 2016

26: Número de estados em que houve ao menos uma prova suspeita (apenas Roraima não apareceu)

21: Esquemas encontrados com mais de três provas (o que sugere um sistema mais organizado do que um aluno colando de outro)

O grupo com maior número de candidatos suspeitos foi identificado na edição de 2016 do exame, com 67 provas, espalhadas por dez estados (Nordeste, Sudeste e Sul). Picos (PI), com 77 mil habitantes, foi a cidade que mais concentrou casos desse grupo, com 11 provas. Oito desses candidatos viajaram para o município para fazer o exame, sendo quatro de Teresina (trajeto que leva mais de quatro horas de carro). O Enem é aplicado em mais de mil municípios do país, incluindo Teresina e outras cidades do entorno.

Duas provas de pessoas que viajaram de Teresina para Picos tiveram 115 questões certas iguais, 48 erradas na mesma alternativa e apenas 12 divergentes. Simulação com provas aleatórias, com desempenho parecido a esse grupo, indica que deveria haver ao menos 62 divergentes. Os dois exames suspeitos foram feitos por homens com 34 e 29 anos à época. Não foi possível identificar seus nomes.

O delegado regional da Polícia Civil em Picos, Jonatas Brasil, disse que não recebeu notícia envolvendo fraude no Enem. Ao longo dos anos, a Polícia Federal e o Ministério Público Federal têm deflagrado operações que identificam quadrilhas que agem para passar respostas certas a candidatos que contratam o serviço, tanto no Enem quanto em concursos públicos.

As investigações apontam que os contratantes em geral têm interesse em ingressar em medicina nas universidades públicas. Eles chegam a pagar R$ 180 mil para receber respostas certas. Os esquemas descobertos contavam com “pilotos”, em geral universitários ou professores, que resolviam rapidamente a prova, buscando acertar o máximo possível de questões (é quase impossível acertar as 180 perguntas). Eles, então, transmitiam as respostas para os demais candidatos, por meio de rádio ou mensagens de celular. Os clientes usavam ponto ou celular, apesar de proibidos.

A transmissão era complexa. No Enem há quatro tipos de provas, identificados por cores. A ordem das questões muda em cada cor de prova. Se um piloto resolveu a prova amarela, ele não podia simplesmente passar o gabarito para cliente com a prova azul. Uma das possibilidades usadas pelos fraudadores foi falar no rádio a primeira palavra de cada uma das 180 questões e a palavra que indica a alternativa certa. Cabia então ao contratante encontrar essas opções em sua versão de prova. A complexidade dificulta que provas dentro dos esquemas sejam exatamente iguais.

A Polícia Federal encontrou uma quadrilha como essa na edição 2016 do exame. As respostas eram passadas por pilotos que estavam em Montes Claros (MG) para candidatos em Minas, Bahia e Ceará. Outros dois esquemas foram divulgados pela polícia no fim do ano passado, quando foram expedidos 42 mandados de condução coercitiva e 5 mandados de prisão (um grupo investigado por equipe da PF de Juazeiro do Norte, no Ceará, e outro pela equipe policial de Pernambuco).

O estudo mostra que há grande chance de grupos identificados terem agido também em outros anos. A PF identificou suspeitos nas cidades cearenses de Juazeiro do Norte, Brejo Santo e Barbalha em 2016. O modelo estatístico apontou provas suspeitas nas mesmas cidades em 2016, 2015 e 2013.

A estatística tem sido usada no Brasil e no exterior como ferramenta para detectar fraudes em exames. Em 2017, a Justiça confirmou em segunda instância suspensão de candidatos a concurso público para analista de finanças da Receita Federal. Laudo apontou como estatisticamente improvável que fosse apenas coincidência a semelhança na prova de 28 candidatos.

Em 170 questões, alguns tiveram os mesmos 122 acertos e erraram 40 marcando a mesma alternativa. Os candidatos, que recorrem desde 2005, afirmam que modelo estatístico não é suficiente para determinar que houve fraude. Até o momento, o argumento não foi aceito.

Nos Estados Unidos, um dos casos mais emblemáticos envolvendo uso de modelos estatísticos em exames ocorreu em 2009, na Georgia (EUA). Investigação do jornal Atlanta Journal-Constitution apontou que era estatisticamente improvável variação de notas de algumas escolas no teste aplicado a alunos do estado, pois subiam e caiam drasticamente em um ano. Relatório posterior do governo apontou que 38 diretores e 140 professores haviam alterado respostas dos estudantes, para melhorar notas.

No ano passado, foi analisada suspeita de fraude em provas da universidade da Força Aérea dos Estados Unidos. Análise estatística mostrou que duas pessoas tiveram as mesmas respostas em 289 de 300 questões, distribuídas em seis exames. O caso foi analisado por comitê que acompanha recursos de processos contra servidores federais.

“Era mais provável o ganhador da loteria dos EUA vencer os próximos quatro sorteios do que esses resultados acontecerem sem interferência”, disse Dennis Maynes, cientista-chefe da empresa Caveon, que presta serviços para instituições como o departamento de Educação da Flórida, IBM e Microsoft. Maynes fez estudo que embasou o julgamento e criou modelo que inspirou a metodologia da Folha.

“As evidências estatísticas foram suficientes para convencer os juízes de que houve trapaça”, disse o cientista da empresa americana que busca detectar fraudes. Ele afirma que, em outros casos, a estatística pode ser vista como passo inicial para uma investigação mais ampla.

A reportagem consultou o cientista para uma verificação do método estatístico adotado para analisar o Enem. Maynes sugeriu que alguns critérios poderiam ser menos rígidos, como o limite para considerar prova suspeitas. A reportagem adotou o patamar de ao menos 1 chance em 1.000 para considerar os candidatos como suspeitos. Maynes disse que poderia ser a partir de 1 chance em 100 (patamar usado em algumas pesquisas acadêmicas). Neste formato, o número de exames suspeitos no Enem subiria de 1.125 para 1.513. A Folha, porém, preferiu enfatizar o modelo mais conservador.

Inep diz que trabalha para coibir fraudes e garantir isonomia

Braço do Ministério da Educação responsável pelo Enem, o Inep afirmou que trabalha com a Polícia Federal para coibir fraudes, garantindo a “isonomia entre os participantes”. O instituto disse que também faz análises estatísticas visando combater fraudes. Quando há suspeitas, os casos são encaminhados à PF, para que prossigam as investigações, pois “o edital do Enem não prevê a eliminação do participante [apenas] por resultados coincidentes”.

A nota oficial não informou quantos casos foram apontados pelo instituto à polícia. O Inep afirmou apenas que os casos de fraudes já completamente confirmados pela Polícia Federal “são pontuais”: 14 no total, sendo um candidato em 2013 identificado em Minas Gerais, e 13 identificados pela equipe no Maranhão (3 casos em 2015 e 10 em 2016).

“Esses casos não comprometeram a lisura do exame, a partir da afirmação dos próprios delegados responsáveis pela condução dos inquéritos de que a exclusão dos participantes seria providência suficiente, o que já foi adotado pelo Inep”, disse o instituto.

O órgão afirma que tem aprimorado os sistemas de segurança na prova, como a adoção em 2016 de detectores de metais nos locais de prova e identificação biométrica. E, no ano passado, com detectores de ponto eletrônico. “Há outros inquéritos policiais em curso. Caso haja indicação de fraude devidamente formalizada pela autoridade policial, os participantes envolvidos serão eliminados do Enem, sem prejuízo de outras providências”, completou o órgão.

Com informações do Jornal Folha de São Paulo

Após reportagem do GLOBO informando que o reajuste dos planos de saúde individuais ficará em 13%, citando estimativas do mercado, a Agência Nacional de Saúde de Saúde Suplementar (ANS) divulgou nota nesta sexta-feira afirmando que “ainda não há uma definição sobre o percentual de reajuste que poderá ser aplicado pelas operadoras nesse tipo de contrato para o período de maio de 2018 a abril de 2019.”

Segundo o órgão regulador, o índice máximo para o reajuste dos planos individuais deve ser divulgado até junho, “ após consulta prévia ao Ministério da Fazenda, conforme determina a legislação do setor”.

A agência diz que o percentual informado é meramente especulativo e se baseia em fontes do mercado e não encontra respaldo em informações oficiais.

No ano passado, o reajuste autorizado pela ANS para os planos individuais e familiares foi de 13,55%, contra uma inflação de 2,95% (medida pelo IPCA). Esses contratos representam cerca de 20% do mercado da saúde suplementar, com nove milhões de usuários.

Para os 31 milhões de beneficiários atrelados aos planos coletivos empresariais o reajuste é firmado a partir da livre. Em 2017, foram registrados aumento das mensalidades em até 40%.

Com informações O Globo

Será lançado nesta segunda-feira (23) o Programa Nem 1 Aluno Fora da Escola, que tem o objetivo de garantir acesso e permanência de todas as crianças e jovens de 4 a 17 anos na escola. Durante o evento, será assinado um Termo de Compromisso pelos gestores municipais presentes. A solenidade contará com as presenças do governador Camilo Santana, da vice-governadora Izolda Cela e do secretário Rogers Mendes, além de prefeitos e secretários municipais de Educação.

Serviço
Lançamento do Programa Nem 1 Aluno Fora da Escola
Data: 23/08 (segunda-feira)
Horário: 9h
Local: Palácio da Abolição. Entrada pela Rua Silva Paulet, 400.

Será lançado nesta segunda-feira (23) o Programa Nem 1 Aluno Fora da Escola, que tem o objetivo de garantir acesso e permanência de todas as crianças e jovens de 4 a 17 anos na escola. Durante o evento, será assinado um Termo de Compromisso pelos gestores municipais presentes. A solenidade contará com as presenças do governador Camilo Santana, da vice-governadora Izolda Cela e do secretário Rogers Mendes, além de prefeitos e secretários municipais de Educação.

Serviço
Lançamento do Programa Nem 1 Aluno Fora da Escola
Data: 23/08 (segunda-feira)
Horário: 9h
Local: Palácio da Abolição. Entrada pela Rua Silva Paulet, 400.

Após as quatro mortes confirmadas pelo vírus influenza H1N1 no Ceará, a Secretaria da Saúde do Estado (Sesa) orientou que os municípios cearenses iniciem nesta sexta-feira, 20, a imunização dos grupos prioritários, antecipando o início da campanha de vacinação contra o vírus, prevista para começar na próxima segunda, 23.

Os 24 casos confirmados pela Sesa da doença no Ceará fizeram a população do Estado ficar assustada, principalmente com as notícias espalhadas nas redes sociais. A coordenadora de Imunizações da Sesa, Ana Vilma, disse, em entrevista à edição desta sexta, 20, do Jornal Alerta Geral (Rádio FM 104.3 – Expresso Grande Fortaleza + 25 emissoras no Interior), contudo, que não há motivo para pânico. “Queremos acalmar a população e dizer que, se a pessoa adoecer, existe uma medicação eficaz para o H1N1”, comenta.

O vírus influenza é uma infecção viral aguda do sistema respiratório, de elevada transmissibilidade e distribuição global. Uma pessoa pode contraí-la várias vezes ao longo da vida e, em geral, tem evolução autolimitada. Porém, em alguns casos, pode evoluir para uma forma grave. Os vírus influenza são transmitidos facilmente por pessoas infectadas ao tossir ou espirrar.

Existem três tipos de vírus influenza: A, B e C. O tipo C causa apenas infecções respiratórias brandas, não possui impacto na saúde pública, não estando relacionada com epidemias. O vírus influenza A, caso do da gripe H1N1, e B são responsáveis por epidemias sazonais, sendo o vírus influenza A responsável pelas grandes pandemias.

A vacinação é uma das medidas mais efetivas para a prevenção da influenza grave e de suas complicações. Neste ano, ocorre a 20ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza, entre os 23 de abril e 1º de junho. No Ceará, no entanto, a data inicial da campanha foi antecipada para hoje, motivada também pela grande procura da população por vacinas em clínicas particulares.

Segundo a coordenadora de Imunizações da Sesa, para a primeira etapa, o Ministério da Saúde disponibilizou cerca de 600 mil doses para vacinar os grupos prioritários no Ceará, o que corresponde a 30% do total de vacinas que serão disponibilizadas para o Estado vacinar cerca de 2,28 milhões de cearenses, enquadrados dentro dos grupos prioritários. “Teremos vacinas para todas as pessoas dos grupos prioritários”, lembra Ana Vilma.

A distribuição para os municípios do Ceará, explica a coordenadora de Imunizações, ocorre na mesma proporção em que o Ministério da Saúde distribui a doses para os Estados. Assim, como o Estado receberá, até a próxima segunda-feira, 23, 30% da meta da vacinação, a Sesa vai repassar 30% da demanda que cada cidade do Estado necessita.

Quem deve se vacinar

• Crianças de 6 meses a menos de 5 anos;

• Idosos com 60 anos ou mais;

• Gestantes;

• Mulheres com até 45 dias pós-parto;

• Doentes crônicos;

• Trabalhadores da saúde;

• População Indígena;

• Adolescentes e jovens sob medidas socioeducativas;

• População carcerária e funcionários do sistema prisional;

• Professoras de escolas públicas e particular;

Como prevenir

• Higienizar as mãos com água e sabonete antes das refeições, antes de tocar os olhos, boca e nariz e após tossir, espirrar ou usar o banheiro;

• Evitar tocar os olhos, nariz ou boca após contato com superfícies contaminados;

• Proteger com lenços (preferencialmente descartáveis) boca e nariz, ao tossir ou espirrar, para evitar disseminação de aerossóis;

• Pessoas com sintomas, como febre acompanhada de tosse ou dor de garganta com início dos sintomas nos últimos 7 dias, devem evitar contato com outras pessoas suscetíveis, em aglomerações e ambientes fechados;

• Manter os ambientes ventilados;

• Indivíduos que sejam casos suspeitos ou confirmados devem ficar em repouso, utilizar alimentação balanceada e aumentar a ingestão de líquidos;

• Gestantes devem buscar o mais rápido possível o serviço de saúde, caso apresentem sintomas de síndrome gripal;

Ana Vilma ressaltou mais uma vez que a população não deve entrar em pânico e nem correr para as unidades de saúde logo no primeiro dia da vacinação. “Nenhum município tem capacidade de vacinar toda a sua população em um único dia”, finaliza. 

Confira no anexo, ao final desta publicação, a entrevista completa com a coordenadora de Imunizações da Sesa, Ana Vilma.

O reajuste anual dos planos de saúde coletivos para empresas com menos de 30 beneficiários deve ser calculado pelas operadoras com base no agrupamento desses contratos, aplicando o mesmo percentual para todos. O entendimento é da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), com base em uma ação movida por um pequeno empresário. No processo, ele questionou o aumento anual de 164,91% aplicado a seu contrato empresarial, após a mudança de faixa etária de dois beneficiários.

O titular do contrato alegou no processo que seu plano de saúde coletivo empresarial tinha como beneficiários ele (o representante legal da empresa), sua mulher e três filhas. Quando o casal completou 60 anos, veio o aumento.

O relator do caso, ministro Villas Bôas Cueva, destacou que os planos coletivos com menos de 30 beneficiários têm características híbridas, pois ora são tratados como coletivos, ora como individuais ou familiares. No caso analisado, ele entendeu que o plano não poderia ser enquadrado como familiar para fins de aumento (com índice anual fixados pela ANS e proteção do Código de Defesa do Consumidor). Ele também ressaltou que já existe uma resolução da ANS contra a inclusão desse tipo de contrato como familiar.

Diante disso, o ministro declarou: “É obrigatório às operadoras de planos privados de assistência à saúde formar um agrupamento com todos os seus contratos coletivos com menos de 30 beneficiários para o cálculo do percentual único de reajuste que será aplicado a esse agrupamento (artigos 3º e 12 da RN 309/2012 da ANS).

No processo, o empresário ainda pediu a anulação da cláusula contratual que permite a rescisão unilateral do contrato, sem motivo. Ele alegou que a possibilidade fere direitos básicos do consumidor, pois favorece a operadora com grande desvantagem para o usuário. Mas a Terceira Turma negou o pedido, pois a rescisão unilateral é proibida somente para planos individuais ou familiares.

Com informações O Globo

 

 

Você sabia que muitas mazelas que hoje se tornaram pandemias no planeta, como alergias, intolerância a lactose, tendência a obesidade, déficit de atenção, entre outras, podem ser evitadas com simples práticas de nutrição saudável, a partir da gestação? É com o objetivo de transferir esse conhecimento para mães, estudantes e interessados, que será realizado nos dias 27 e 28 de abril, na Unifanor, em Fortaleza, o Workshop Saúde Materno Infantil - o Papel da Nutrição.

O curso será ministrado pela especialista em nutrição clinica e pós-graduanda em nutrição materno infantil na prática clinica e ortomolecular, Ticiane Aragão, que tem experiência no atendimento em consultório, de mulheres que desejam engravidar, gestantes, lactantes, crianças e adolescentes. Tem atuação também em atendimento às crianças com diagnostico de TEA, Aspenger, TOAH, síndrome de Down e Câncer Infantil. Segundo ela, o curso abordará os seguintes temas: orientações sobre alimentação na gestação e aleitamento materno; introdução alimentar; alimentação no pré-escolar e a importância da nutrição nos primeiros mil dias de vida da criança.

O Workshop está dividido em dois momentos. Na sexta-feira, dia 27, acontecerá à parte teórica, das 18h30 às 21h30 e no sábado serão duas turmas em aulas práticas, uma das 8 às 11 horas e outra das 13 às 16 horas. O curso prático é optativo, mas tem como pré-requisito ter participado do teórico.

Ticiane assevera que na parte teórica será feita uma abordagem desde o início da gestação, passando pelo período fértil da mulher e da gestação propriamente dita. “Esse é um momento crucial, onde se pode determinar o que a criança pode vir a ser no futuro. A depender do tipo de alimentação da mãe nesse período, se ela utiliza muita alimentação industrializada, pode estar selando o destino do seu filho no futuro, como uma pessoa com hipertensão, com dificuldade para emagrecer ou alérgicas. Isso ocorre porque ela está proporcionando, sem saber, a programação metabólica e seus efeitos na vida futura do seu filho”, pontua.

A especialista frisa que também serão abordados temas como o aleitamento materno, sua importância; a instrução alimentar, quais os grupos alimentares; a alimentação para o pré-escolar; suplementação desde o período pré-gestacional, na pré infância; importância da vitamina D, do Omega 3; dos probióticos; a alimentação na adolescência, entre outros. “Temos uma epidemia de déficit de atenção, que é resultado de uma gestação onde a alimentação não foi a devida”, ressalta.

Segundo Ticiane, nas oficinas no sábado, os alunos vão colocar a mão na massa e aprender receitas práticas, nutritivas, saborosas e saudáveis. “Através da combinação de ingredientes funcionais, e com o intuito é variar a alimentação da criança, vamos dar orientações sobre a escolha dos alimentos para a montagem de uma lancheira saudável”, destaca.

Ela observa que todas as preparações serão degustadas pelos participantes e será entregue uma apostila contendo um resumo da parte teórica e outra com todas as receitas confeccionadas na oficina. “Vamos desenvolver receitas para atender desde bebês até as crianças em idade escolar e crianças com seletividade. Serão receitas saudáveis como, por exemplo, gelatina feitas só com suco de fruta, nuggets com frango e linhaça, coxinha saudável, entre outros”, detalha.

Serviço:

WorkShop Saúde Materno Infantil

Dias: 27 e 28 de abril

Local: Unifanor - Campo Dunas

Endereço: Rua Antonio Gomes Guimarães, 150, Papicu

Mais informações

Contatos – Andreza (085) 98715 1101

       Neyce (085) 98699 -1303

Email: promoflordivina@gmail,com

Inscrições: https://goo.gl/2Kow34

Os moradores do bairro Conjunto Ceará, em Fortaleza, recebem nesta quinta-feira (19), às 9 horas, a nova sede da Escola de Ensino Médio em Tempo Integral Maria Antonieta Nunes. A unidade tem capacidade para atender até 540 alunos. O investimento foi de R$ 7,3 milhões, provenientes dos Governos Federal e Estadual. Esta será a segunda escola entregue neste ano àquela comunidade. A primeira foi a Escola de Ensino Médio Gentil Barreira, em fevereiro.

A estrutura é constituída de três pavimentos, com 12 salas de aula, auditório, biblioteca, laboratórios de Informática, Física, Química, Biologia e de Matemática, biblioteca, além de ginásio poliesportivo. A obra foi supervisionada pelo Departamento de Arquitetura e Engenharia (DAE), órgão vinculado à Secretaria da Infraestrutura (Seinfra).

Em 2018, a Escola passou a ofertar o tempo integral para os estudantes. Assim, cumpre jornada de nove horas, garantindo três refeições diárias. O currículo é composto por 30 horas semanais de disciplinas da base comum a todos e 15 horas na parte flexível, sendo que 10 são escolhidas pelos alunos. A oferta das eletivas é estruturada levando em consideração eixos temáticos, de modo a possibilitar aos alunos a estruturação de seu itinerário formativo e uma reflexão sobre sua trajetória acadêmica, desenhada por suas escolhas e interesses.

Serviço

Inauguração da nova sede da Escola Maria Antonieta Nunes

Data: 19 de abril de 2018

Horário: 9 horas 

Endereço: Rua 916, s/n, 4ª etapa – Conjunto Ceará – Fortaleza-CE

 

Com informações Governo do Estado do Ceará

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