Sete acusados de participarem de uma chacina em um presídio, na cidade de Itapajé, em 2022, foram condenados a cumprir pena de 1.350 anos de prisão somados os casos. As defesas dos acusados apelaram alegando insuficiência de provas e inconstitucionalidade dos depoimentos das testemunhas, pedindo um novo julgamento pelo Tribunal do Júri. Na última semana, membros da 3ª Câmara Criminal do TJCE votaram negando o pedido.
Seis acusados foram condenados pela prática de dez homicídios triplamente qualificados (por motivo torpe, meio cruel e com recursos que dificultaram as defesas das vítimas). Já Murilo Borges de Araújo foi sentenciado pela prática de dez homicídios duplamente qualificados (por motivo torpe e com recursos que dificultaram as defesas das dez vítimas).
Sobre o crime
Tudo aconteceu durante um banho de sol. De acordo com a acusação do MPCE, os denunciados, mediante ajuste prévio, com identidade de propósitos, tramaram uma emboscada contra membros de uma facção criminosa rival. Foram utilizadas duas armas de fogo e facas para acuar e matar as vítimas.
