PT desmonta quadrilha que simulava vínculos empregatícios para conseguir aposentadorias indevidas

Mais um foco de fraude na área previdenciária é descoberto: a Polícia Federal desencadeou, nessa quarta-feira, mais uma operação para investigar criminosos que simularam vínculos empregatícios e documentos falsos para conseguir aposentadorias indevidas.


O repórter Sátiro Sales conta, no Jornal Alerta Geral, que, segundo a investigação, as fraudes teriam acontecido entre 2014 e 2023 com a apresentação, durante 10 anos, de guias de informações à Previdência emitidas por contadores.


ORIENTAÇÃO NA ÁREA PREVIDENCIÁRIA: whatsApp (85) 99273.4353


Os segurados e beneficiários da previdência social tem um caminho seguro para receber orientação e esclarecimentos sobre os benefícios pagos pelo INSS. O Jornal Alerta Geral abre a linha direta whatsApp (85) 99273.4353para ouvintes e internautas encaminharem dúvidas sobre os benefícios previdenciários. A orientação é dada, aos sábados, a partir das 7 horas da manhã, pelo rádio e pela Internet, com a participação do professor e advogado Paulo Bacelar. O Jornal Alerta Geral, que é gerado pela FM 104.3 – Expresso Grande Fortaleza, tem transmissão pelas redes sociais do @cearaagora e, aos sábados, por 40 emissoras de rádio.


OPERAÇÃO INVESTIGA CONTADORES E ADVOGADOS

A operação da PF, como relata o repórter Sátiro Sales, investiga, também, profissionais da área do direito. Dois advogados são suspeitos de envolvimento com o golpe. A operação foi realizada em Brasília, mas o esquema de falsificou de documentos pode ter se espalhados por outros estados.


As primeiras investigações apontam que a Polícia Federal identificou 232 benefícios irregulares, que, caso continuassem sendo pagos, poderiam causar danos superiores a R$ 200 milhões. Até o momento, os prejuízos aos cofres do INSS somam 56 milhões e 600 mil reais.


A PF tem apertado cerco sobre fraudes previdenciárias nas últimas semanas e, nessa última terça-feira, desmontou um esquema que criou, em Minas Gerais, pessoas fictícias para receber benefícios do INSS por quase 20 anos. O prejuízo é estimado em R$ 11 milhões. A maior de todas as operações levou o nome Operação Sem Desconto que descobriu o desvio de 6 bilhões e 300 milhões de reais de aposentados e pensionistas