Sandra (nome fictício), 45 anos, vivia um casamento morno, onde o toque havia se tornado raro e o desejo, uma lembrança distante. Carente, sedenta por atenção e por dedos que percorressem sua pele com intenção, ela resolveu agendar uma massagem em uma clínica discreta, localizada em um bairro nobre da capital mineira. Foi lá que conheceu Keirós (nome fictício), 59 anos, massagista experiente, casado, mas conhecido por sua fama silenciosa entre as clientes.
O primeiro toque foi no pescoço — firme, quente, preciso. Sandra fechou os olhos e sentiu o corpo acordar. Keirós, atento aos sinais, deslizou as mãos pelas costas, depois pelas nádegas, com naturalidade profissional, mas com uma tensão que crescia a cada centímetro. As coxas de Sandra tremiam sob o toque, e o ambiente se encheu de um silêncio denso, quase cúmplice.
Ela não resistiu. E ele não hesitou. O lençol da maca virou cenário de uma transa inesperada, urgente, com cheiro de óleo e culpa. Entre gemidos abafados e olhares de fogo, Sandra descobriu ali o prazer que não sentia há anos. Quando saiu, os cabelos ainda desalinhados, sabia que não seria a última vez. A massagem virou segredo — e o segredo, uma obsessão.
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