Geovana tinha decidido que sua nova fase seria diferente. Depois do término, prometeu a si mesma que não iria mais se limitar, nem apagar vontades para agradar ninguém. Numa noite de sexta-feira, o convite inesperado de uma amiga a levou a um bar elegante da cidade.
O ambiente era quente, música baixa e luzes avermelhadas que misturavam mistério e provocação. Geovana usava um vestido preto justo, que deslizava sobre sua pele como um segredo prestes a ser revelado. Sentia olhares sobre ela — e isso a incendiava por dentro.
Foi então que conheceu ele. Alto, olhar firme, sorriso malicioso que parecia ler cada pensamento proibido que passava por sua mente. Uma conversa rápida bastou para que o ar entre os dois ficasse carregado de tensão. A cada palavra, o desejo só crescia, como se o mundo tivesse desaparecido e só restasse aquela conexão elétrica.
No carro dele, a respiração de Geovana já estava descompassada. O primeiro toque em sua coxa foi como faísca. O beijo, urgente e profundo, fez seu corpo inteiro tremer. Ela se entregava sem medo, como se estivesse queimando tudo que antes a prendia.
Aquela noite foi mais do que prazer: foi libertação. Geovana descobriu que seu corpo tinha fome, que seu tesão era ainda mais intenso quando guiado pela própria vontade. Ele a explorava com a mesma sede, atento a cada suspiro e gemido, como se quisesse gravar sua essência.
Quando amanheceu, Geovana não se sentia apenas desejada — sentia-se viva. O coração acelerado, a pele ainda quente e a certeza de que aquela havia sido a primeira de muitas aventuras que sua nova versão experimentaria.
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