O vazamento de urina afeta cerca de 25 milhões de americanos e pode ser uma grande fonte de constrangimento para aqueles que lidam com isso. Principalmente para mulheres no pós-menopausa devido a problemas no assoalho pélvico.
Isso ocorre porque o estrogênio, o principal hormônio sexual feminino, cai significativamente durante a menopausa. Essa queda pode levar ao afinamento e ressecamento dos tecidos do trato urogenital, incluindo a vagina e a vulva.
“A bexiga é conectada à vagina, então você pode ter muitos sintomas urinários, incluindo urgência e frequência de micção”, disse Susan Loeb-Zeitlin, ginecologista do NewYork-Presbyterian e diretora do Women's Midlife Center do Weill Cornell Medicine.
A especialista afirma também que a diminuição do estrogênio também enfraquece os músculos do assoalho pélvico que ajudam a sustentar a bexiga.
Estudos sugerem que os sintomas mais comuns da bexiga durante a menopausa incluem noctúria, ou micção frequente à noite, e incontinência, que é a perda involuntária de urina durante atividades como tossir, rir ou se exercitar.
Mas o sexo pode ajudar a controlar esse descontrole urinário.
“Os orgasmos nas mulheres fortalecem os músculos do assoalho pélvico por meio de contrações rítmicas, o que ajuda a reduzir a incontinência urinária e promove a saúde reprodutiva”, disse Leslie Kenny, fundadora da Oxford Health Span e cofundadora do Oxford Longevity Project, ao The New York Post.
Ela também recomenda que mulheres com incontinência usem bastões de luz vermelha, que fortalecem o assoalho pélvico com uma combinação de calor térmico, vibração e luz de LEDs vermelhos e infravermelhos.
“O orgasmo frequente reduz o estresse e aumenta a imunoglobulina; o sexo é ótimo para a função cardiovascular e o toque íntimo oferece alívio da dor”, diz ela.
(*)com informação do Jornal Extra
