Remédios ficam mais caros em abril: saiba como economizar

Foto: Reprodução/ Marcello Casal jr/Agência Brasil

Novos preços passam a valer a partir do dia 1º de abril e podem subir entre 1,9% e 4,6%, segundo estimativas. O cenário econômico para o setor farmacêutico em 2026 aponta para uma atualização nos preços dos remédios. Esse reajuste exigirá cautela e organização por parte dos consumidores brasileiros. Estimativas feitas a partir dos indicadores da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) apontam que o reajuste de medicamentos pode variar entre 1,9% e 4,6% a partir do anúncio do reajuste, que será feito nas próximas semanas e vale a partir de 1º de abril.

O governo federal autoriza o reajuste anual no preço dos medicamentos com base na análise e autorização da CMED. Uma série de fatores regulatórios e econômicos determina a variação dos índices. Medicamentos de nível um, com maior concorrência, tendem a apresentar as menores variações, enquanto outros segmentos podem se aproximar do teto projetado. A possível variação entre 1,9% e 4,6% poderia superar a inflação dos últimos 12 meses no Brasil, que foi de 4,44%, segundo o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). 


Para complementar as estratégias de economia e garantir a continuidade dos tratamentos diante do cenário de reajuste de preços, o consumidor pode adotar as seguintes orientações:

  • Compare preços antes da compra: utilizar plataformas online para comparação de preços, como a Cliquefarma Afya, pode ajudar a encontrar os melhores valores.
  • Após consultar o médico, opte por genéricos ou biossimilares: são versões mais acessíveis financeiramente, com eficácia comprovada.
  • Aproveite programas governamentais: o “Farmácia Popular” oferece medicamentos gratuitos ou com descontos para diversas condições de saúde.
  • Busque assistência farmacêutica: unidades do Sistema Único de Saúde (SUS) disponibilizam gratuitamente diversos medicamentos.
  • Compre em maior quantidade: se o medicamento tiver validade longa e for de uso contínuo, adquirir uma quantidade maior pode gerar economia.  
  • Compre embalagens econômicas: opções com maior número de comprimidos ou volumes maiores podem ter custo por unidade inferior, com economia real a longo prazo. 
  • Aproveite descontos e programas de fidelidade: farmácias, planos de saúde e cartões de benefícios oferecem vantagens para clientes cadastrados na compra de remédios. 
  • Solicite a renovação antecipada de receitas: manter a prescrição médica atualizada permite que o consumidor aproveite promoções ou estoques com preços antigos. 
  • Avalie a assinatura de medicamentos: plataformas digitais e farmácias oferecem modelos de assinatura para itens de uso recorrente, garantindo preços fixos ou descontos progressivos para entregas programadas.