Policia Federal atua no combate a crimes eleitorais no segundo turno

Foto: Reprodução/ TSE

A Polícia Federal atua, no âmbito de suas atribuições legais, na prevenção e na repressão a crimes eleitorais e na apuração de fatos de competência da Justiça Eleitoral durante as Eleições Gerais de 2026.

No próximo domingo (25/10), data do segundo turno, a PF manterá atuação em todo o país para atendimento de ocorrências relacionadas às suas atribuições, em articulação com a Justiça Eleitoral e com os demais órgãos envolvidos na segurança do pleito.

A atuação da Polícia Federal em matéria eleitoral envolve diferentes áreas da instituição, de acordo com a natureza de cada ocorrência, incluindo atividades de polícia judiciária, inteligência, combate a crimes cibernéticos e perícia criminal.

Comunicação de possíveis crimes

O cidadão que tiver conhecimento de possível crime de atribuição da Polícia Federal pode encaminhar as informações por meio do Comunica PF, disponível no site da instituição, ou presencialmente em qualquer unidade da Polícia Federal.

Para que a informação possa ser analisada de forma mais ágil, é importante apresentar o máximo de detalhes possível: quem praticou a conduta, o que ocorreu, quando e onde aconteceu e, sempre que disponíveis, elementos que possam contribuir para a apuração.

Documentos, fotografias, vídeos, áudios, mensagens e outros registros relacionados ao fato podem auxiliar na análise. No caso de ocorrências no ambiente digital, é importante preservar os elementos disponíveis, como capturas de tela, e-mails, áudios, mensagens e informações sobre os perfis ou conteúdos envolvidos.

As informações recebidas são analisadas pela autoridade competente para verificar a existência de indícios da prática de crime e a adoção das providências cabíveis.

Crimes no ambiente digital

A atuação da PF também alcança possíveis crimes eleitorais praticados no ambiente digital, quando presentes os requisitos legais para sua atuação.

Situações envolvendo conteúdos produzidos ou manipulados com auxílio de inteligência artificial, como imagens, vídeos ou áudios, são analisadas de acordo com as circunstâncias de cada caso e com a eventual existência de indícios de crime.

A utilização de inteligência artificial ou a circulação de determinado conteúdo, isoladamente, não caracteriza necessariamente ilícito penal. Eventuais medidas investigativas ou judiciais são adotadas conforme a legislação aplicável e as características de cada caso.

A Polícia Federal permanecerá mobilizada durante o segundo turno para o cumprimento de suas atribuições legais e o atendimento das ocorrências de sua competência.