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A seleção brasileira venceu a Argentina pela Semifinal da Copa América nessa terça-feira (3) e, com isso, se mostrou forte mesmo sem o atacante Neymar, seu principal nome. Assumindo o protagonismo nos setores de criação e ataque, Coutinho, Gabriel Jesus, Firmino e o cearense Everton vem dando conta do recado e mostrando o espírito de equipe esperado da seleção canarinha. O jogo teve carrinhos, faltas, reclamações contra a arbitragem e muita marcação.

Sem holofotes, a seleção parece ter entendido o jogo. O que se viu, ontem, no Mineirão, em Belo Horizonte, palco da derrota para a seleção da Alemanha na Copa do Mundo de 2014 – o famoso 7 a 1 -, foi um time dedicado taticamente e que soube utilizar a técnica nos momentos certos. O criticado Tite, com razão, diga-se de passagem, entendeu o momento e mudou, mexeu com o ânimo dos atletas e colocou a seleção acima de qualquer ídolo.

Claro que contar com o melhor jogador brasileiro da atualidade faz a diferença e, sim, ganha jogos. Neymar é um grande atleta e tem espaço garantido em qualquer time do planeta, mas, na seleção brasileira, o excesso de protagonismo parece atrapalhar o futebol do craque e, pior, põe em xeque a coletividade da equipe. Tite demorou, mas, pela necessidade (Neymar se machucou no último amistoso antes da Copa), precisou buscar alternativas.

Com isso, outros nomes ganharam espaço e puderam, em equipe, se desenvolver dentro do estilo de jogo proposto. Gabriel Jesus, que ainda não havia marcado, fez seu grande jogo pela seleção. Everton aparece como peça de qualidade nos setores de ponta. Coutinho, assumiu o meio de campo e por ele passa quase todas as jogadas. Além disso, Daniel, com seus 36 anos, é o capitão esperado da equipe. A seleção vive e caminha para o seu 9ª título na Copa América!