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Após as denúncias sobre o uso de mulheres laranjas nas eleições de 2018, os partidos começam a mobilizar os filiados para definir o preenchimento da cota de candidaturas femininas na disputa pelas Câmaras de Vereadores.

Os partidos, segundo Priscila, não podem descumprir a legislação eleitoral e deixar de preencher, ao menos, 30% das vagas do número de candidatos com mulheres. Há dificuldades para os partidos mobilizarem um número mais elevado de candidaturas femininas, mas, se não preenchem a cota, cada sigla terá que reduzir a quantidade de postulantes do sexo masculino.

“Se o partido não tem mulheres para cumprir as cotas ele terá que abrir mão de candidaturas masculinas”, esclarece a advogada.

Priscila ainda acrescenta que as mulheres não devem ser responsabilizadas pelo número reduzido da participação feminina na política, sendo de responsabilidade do partido atuar solucionar a questão. Aproveitando o período carnavalesco, a advogada faz um trocadilho e diz: “abram alas que as mulheres querem passar”.

Acompanhe o comentário da advogada e especialista em Direito Eleitoral Priscila Brito, no Jornal Alerta Geral, para você compreender melhora lei que estimula a participação das mulheres na política.

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