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No Ceará, cerca de 170 meninos e meninas aptos à adoção que vivem em acolhimento institucional aguardam por um lar. Ter o aconchego de uma família é um sonho que, muitas vezes, encontra obstáculos na incompatibilidade entre o perfil desejado pelos pretendentes e a realidade de crianças e adolescentes acolhidos.

Segundo dados do Setor de Cadastro de Adotantes e Adotandos do Fórum Clóvis Beviláqua, apenas em Fortaleza existem 294 famílias inscritas no Sistema Nacional de Adoção de Acolhimento (SNA), número cinco vezes maior que a quantidade de jovens destituídos do poder familiar, ou seja, aptos a serem adotados. No entanto, 94% desses pretendentes estão à procura de uma criança de até seis anos de idade, perfil inexistente atualmente no cadastro. No Estado, a proporção se repete.

De acordo com a juíza Alda Holanda, titular da 3ª Vara da Infância e Juventude da Capital, especializada na matéria, o Poder Judiciário tem envidado todos os esforços para acelerar o trâmite dos processos, fazendo uso da tecnologia e de soluções inovadoras durante o período de enfrentamento da pandemia do novo coronavírus.

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