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Adolescentes do Centro Socioeducativo Aldaci Barbosa de Mota iniciaram, uma oficina de produção de máscaras de tecido, que serão destinadas a proteção contra o coronavírus nos centros socioeducativos do Estado. A iniciativa foi possível com ajuda de parceiros, como o Instituto de Assistência e Proteção Social (IAPS), que disponibilizou os equipamentos e o Comitê da Cruz Vermelha (CICV) que, por intermédio de uma articulação da Defensoria Pública do Ceará, através do Defensor do Núcleo de Atendimento aos Jovens e Adolescentes em Conflito com a Lei (Nuaja), Dr. Francisco Rubens de Lima Júnior, doou a matéria prima que será utilizada na confecção.

Ao todo, seis adolescentes estão participando das aulas práticas e teóricas, em dias alternados, durante toda a semana. O conteúdo abordado vai desde a explicação sobre o manuseio das máquinas de costura até a produção final.

De acordo com a professora da oficina, Jamila Dias, as jovens estão gostando bastante das aulas.

“Elas estão vendo essa produção como uma atividade profissionalizante para elas, elas gostam, relaxam. A gente vê que elas realmente estão gostando, é uma aula que está passando muito rápido. Muitas delas têm também a questão da familiaridade, uma delas a avó costura, uma outra a madrasta costura, então elas já tinham noção do funcionamento da máquina.”.

Com apenas dois dias de aula, as jovens já aprenderam a costurar pedaços específicos do tecido, bem como cortar e já deixar os elásticos nos lugares. A perspectiva é que, nas próximas aulas, elas já comecem a ter mais familiaridade com o equipamento de costura, e que mais peças possam ser produzidas. Estima-se que , inicialmente, 2 mil máscaras possam ser produzidas. Ao todo a matéria-prima doada pelo CICV, permitirá confeccionar 12 mil produtos.

Além de ajudar ao próximo em tempos tão difíceis, a oficina também permite que as jovens pensem em uma nova possibilidade de trabalho conforme relata, J.D, 18 anos.

“Está sendo muito legal! A minha avó trabalhava com isso, ela mexia com máquina de costura; não era industrial, mas eu aprendi a costurar nela, e é muito legal aprender nessas, porque a tia Jamila tira todas as nossas dúvidas e podemos aprender muito mais coisas e acabamos recebendo um apoio para aprender, e podemos futuramente trabalhar com isso.”

O material produzido será distribuído gradativamente em todos os centros socioeducativos do Estado do Ceará.

(*)com informação do Governo do Estado do Ceará

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