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Os partidos que se preparam para disputar as eleições de 2020 enfrentam uma mudança na sistemática de contagem dos votos que os obrigarão as escolher candidatos com peso eleitoral para garantir uma boa representação nas Câmaras Municipais.

A mudança advém do fim das coligações proporcionais, que é definida pela advogada eleitoral Isabel Mota como verdadeira revolução nas eleições de 2020. Isabel, em entrevista, nesta sexta-feira, ao Jornal Alerta Geral (FM 104.3 – Grande Fortaleza + 24 emissoras no Interior + Internet), fala, também, sobre prazos do calendário eleitoral.

A legislação que disciplinou as eleições passadas – 2016 e 2018, por exemplo. permitia que dois ou mais partidos se unissem para apresentar uma chapa de candidatos ao Legislativo. Quanto maior a soma de votos obtida pelo grupo de partidos, maior número de parlamentares eleitos teria a coligação.

O sistema excluía muitos candidatos com grandes votações e premiava postulantes a uma cadeira no Legislativo Estadual, Municipal ou Federal que tivesse baixa votação, mas que acabava sendo beneficiado pela quantidade de sufrágios da coligação partidária. O fim das coligações proporcionais e a realização das eleições de 2020, com alteração de datas por conta da pandemia do coronavírus, são temas da entrevista da advogada Isabel Mota ao Jornal Alerta Geral, que você pode conferir, aqui, na íntegra.

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