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A advogada Priscila Brito, especialista em direito eleitoral, chama atenção, nessa quinta-feira, em seu comentário no Jornal Alerta Geral (Rádio FM 104.3 – Grande Fortaleza + 26 emissoras no Interior + redes sociais do cearaagora), para a manobra que está sendo gestada na Câmara Federal para reduzir as candidaturas femininas e desestimular a participação das mulheres na política. O golpe, segundo ela, pode ser aplicado já para as eleições municipais de 2020.

Defensora ferrenha da presença feminina na vida pública dos Municípios, dos Estados e da União, Priscila descobre, ao analisar o projeto de lei que dispõe sobre a redução de 30% para 10% no número de mulheres candidatas, contradições na atuação parlamentar da autora dessa iniciativa: a deputada federal Renata Abreu (Podemos-SP), que não quer cotas para as mulheres na política, quer uma cota de 25% para mulheres em concursos públicos na área de segurança, por meio do Projeto d e Lei 140/2019.

Ao se aprofundar nos bastidores da Câmara Federal e ler a pauta de projetos com mudanças nas regras das eleições e do sistema partidário, a advogada Priscila Brito revela que, entre todas as proposições que mexem com a legislação eleitoral e partidária, a proposta de autoria de Renata Abreu é a que tem tramitação mais avançada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Priscila tem um diagnóstico ainda mais preocupante:  a relatoria do projeto na CCJ; de outra mulher, a deputada federal Bia Kicis (PSL-DF),  que deu parecer favorável à redução no número de mulheres candidatas.

Confira a análise da advogada na íntegra clicando no player abaixo.