Afinal, Anitta quer proibir Annita? O posicionamento oficial da cantora sobre disputa com farmacêutica sobre registro do nome

Anitta quebrou o silêncio sobre uso de nome por empresa farmacêutica nesta terça-feira (29). A polêmica gira em torno da proteção da marca “Anitta” e da preocupação da cantora com possíveis associações indevidas de sua imagem a produtos de terceiros. Farmacêutica queria por nome ‘Anitta' em produto de cosméticos

O medicamento “Annita“, um vermífugo produzido pela farmacêutica Farmoquímica, está no mercado desde 2004 com essa grafia (dois “n”). Em dezembro de 2022, a empresa solicitou ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) o registro da marca “Anitta” (com dois “t”) para produtos cosméticos. 

No entanto, Anitta, vivendo um novo relacionamento após término com ex Flamengo, já havia registrado essa grafia para cosméticos anteriormente, o que levou sua equipe jurídica a apresentar oposição ao pedido da farmacêutica.

O que a equipe de Anitta disse sobre o pedido de registro?

A equipe de Anitta argumenta que a coexistência de marcas com grafias semelhantes na mesma categoria de produtos pode causar confusão entre os consumidores e prejudicar a identidade da artista, amplamente reconhecida no Brasil e no exterior. Além disso, há preocupação com a associação indevida de sua imagem a produtos que não estão sob seu controle.

“Após especulações e entendimentos equivocados sobre o assunto envolvendo a marca Anitta e uma farmacêutica, esclarecemos que a empresa responsável pelo vermífugo ‘Annita' tem registro deste nome apenas para medicamentos e produtos farmacêuticos, uma uma grafia diferente do nome da cantora (com duas vezes a letra ‘n')”, diz a nota.

A disputa está em análise pelo INPI, e a decisão final ainda não foi tomada. O caso pode estabelecer um precedente para disputas similares no Brasil, onde a legislação de marcas permite registro por segmento de atuação.