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Uma medida da Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis(ANP), que estuda a autorização, ainda, neste ano, em fase de testes, do serviço de entrega de gasolina em domicílio, gera polêmica e, se aprovada, chegará ao Ceará. O sistema delivery que, traduzido para o português, significa entrega, gera polêmica ao setor de combustíveis, preocupação a especialistas da área ambiental e a autoridades da segurança e da saúde pública.

Para distribuidoras e postos, as operações podem trazer risco ao abastecimento, caso não respeitem regras de segurança. Os defensores alegam que o serviço já é prestado em outros países e que a competição é boa para o consumidor. A primeira empresa a pedir autorização para fazer delivery de combustíveis foi a GOfit, do Rio. A companhia começou a prestar o serviço em 2019, oferecendo gasolina e etanol, mas vem sendo questionada por concorrentes na Justiça.

Até agora, quatro entidades já obtiveram liminares contra a GOfit: a Fecombustíveis (Federação Nacional do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes), o sindicato dos TRRs (Transportadores e Revendedores Retalhistas, empresas que operam na venda de diesel a grandes clientes) e sindicatos de postos do Rio e Minas.

Ainda não existem noticias sobre empresas cearenses com pedido para realizar esse tipo de comercialização, mas a medida em estudo pela ANP gera não apenas conflitos comerciais, mas, também, preocupação diante dos riscos à saúde e segurança para quem manipula os combustíveis.

Confira as informações com o correspondentes do jornal Alerta Geral, Sátiro Sales:

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