Após isenção do Imposto de Renda, Governo mira mudanças no Minha Casa, Minha Vida para recuperar popularidade de Lula

Foto: Ministério das Cidades

O Governo Federal estuda mudanças nas regras de acesso ao Minha Casa, Minha Vida que podem alcançar uma nova faixa salarial e, com isso, reforçar o conjunto de medidas para o presidente Lula recuperar popularidade a caminho de 2026. A ideia em estudo é ampliar o acesso ao prgrama para famílias com renda bruta mensal de R$ 8 mil a R$ 12 mil.

A nova regra poderá estimular a compra da casa própria pela classe média, diante da diminuição da oferta de financiamentos imobiliários com recursos da poupança. Hoje, o programa contempla famílias com renda bruta mensal de até R$ 8 mil, em três faixas.

De acordo com as normas do programa habitacional, famílias com renda mensal bruta de até R$ 2.850 contam com 95% de subsídio, enquanto famílias com renda mensal bruta de R$ 2.850,01 até R$ 4.700 têm desconto de até R$ 55 mil e juros mais baixos do que os do mercado.

A última faixa, para quem tem renda a partir de R$ 4.700,01, é possível adquiri imóveis de até R$ 350 mil, sem subsídio, mas com taxa de juros máxima em 8,16% ao ano. Se forem aprovadas as novas regras, o Orçamento da União de 2025 terá R$ 15 bilhões de financiamento para imóveis da nova faixa salarial para compra do Minha Casa, Minha Vida.

A recomposição das normas do Minha Casa, Minha Vida agradam o setor da construção civil, abre oportunidade para milhares de pessoas adquirem um imóvel com valor mais alta e, no campo político, fortalece as ações que estão sendo adotadas para o Governo Lula recuperar popularidade