Assédio eleitoral: mais de 7.000 casos foram contabilizados pelo Ministério do Trabalho e Emprego

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Segundo o titular da pasta, ainda não é possível determinar quantas das ocorrências relatadas serão confirmadas como denúncias concretas. Durante o anúncio, Marinho também fez um alerta aos empregadores que possam estar envolvidos nesse tipo de prática e pediu que interrompam qualquer tentativa de interferência nas escolhas políticas dos funcionários.

“Recue. Afinal de contas, o Estado não pretende punir absolutamente ninguém. O que o Estado pretende é proteger o trabalhador”, declarou o ministro.

No final de outubro, o Ministério do Trabalho já havia informado que recebeu aproximadamente 4,3 mil denúncias de assédio eleitoral em apenas três dias de funcionamento do canal específico para registrar esse tipo de ocorrência, após o segundo turno das eleições.

Na ocasião, Luiz Marinho ressaltou que os trabalhadores não podem sofrer ameaças, constrangimentos ou discriminação em razão de suas preferências políticas. O ministro também reforçou que o voto é livre e secreto e que nenhum empregador pode utilizar sua posição para influenciar a decisão dos funcionários.