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Os acidentes que acontecem nas BRs do Ceará apresentam 5% a mais de chance de resultar em óbitos se comparados às ocorrências em vias municipais, que têm apenas 1,8% de probabilidade. A informação faz parte do Relatório Anual de Segurança Viária de Fortaleza. Conforme o documento, as rodovias federais induzem “maiores velocidades ao condutor, o que pode estar relacionado com maiores riscos de mortalidade”.

Para tentar diminuir a quantidade de mortes, segundo a superintendente do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Líris Silveira, o órgão está investindo em novas passarelas como alternativa para reduzir o número de ocorrências.

Nesse projeto, já contratado, são 25. Estão sendo colocados em trechos urbanos. Se as desapropriações ocorrerem no tempo a que gente espera tudo ficará pronto até o final de 2020. Serão instaladas na BRs 020, 222,116 e anel viário.

Do número de feridos, mais de 90% têm entre 18 e 59 anos, e o homem jovem e motociclista é o perfil que mais se envolve em acidentes em Fortaleza. A secretária municipal da Saúde (SMS), Joana Maciel, defende que os números revelam uma gravidade no Estado, porque com os acidentes, as vítimas deixam de trabalhar, na maioria das vezes.

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