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No primeiro dia da janela partidária, o novo partido do pré-candidato à Presidência Jair Bolsonaro (RJ), foi o que registrou o maior ingresso de deputados. Além de Bolsonaro, outros sete parlamentares migraram para o PSL. Entre eles, Eduardo Bolsonaro (SP), seu filho, e outros integrantes da chamada bancada da bala, como os delegados Waldir (GO), Francischini (PR) e Éder Mauro (PA) e o Major Olímpio (SP).

A bancada bolsonarista foi responsável por 8 das 17 novas filiações registradas nesta semana. Dessas, 15 foram oficializadas nos últimos dois dias, após a abertura do período para mudança de partido sem risco de cassação do mandato por infidelidade partidária. Muitas mudanças ainda vão ocorrer até a zero hora de 7 de abril, quando se fechará a chamada janela. Bolsonaro, por exemplo, acredita que o PSL possa reunir até 20 parlamentares. Outras siglas também se movimentam com a oferta de dinheiro e tempo no horário eleitoral para atrair congressistas.

O DEM foi o segundo maior beneficiário nas 24 primeiras horas da janela partidária. No dia em que lançou sua pré-candidatura ao Planalto, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), comemorou a adesão de quatro deputados em sua bancada. O MDB e o Solidariedade perderam três cadeiras cada. O PR também teve duas debandadas. PT, Podemos, PSD e PSB tiveram uma baixa cada.

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