O Banco do Nordeste lança pacote de medidas para  renegociação de operações de crédito com empresas dos setores mais impactados pela pandemia da covid-19, em aderência à Portaria nº 20.809, de 14 de setembro, do Ministério da Economia.

Desde de o início da pandemia, o BNB vem adequando as parcelas de principal e juros das operações de crédito, com vistas a ajustar o valor a ser pago mensalmente à atual situação vivenciada por empresas de todos os portes que contrataram operações com o Banco.

Com as medidas, complementares às condições vigentes de renegociações de dívidas, será possível estabelecer nova carência e alongar o vencimento final da operação, o que resultará na redução do valor das prestações, permitindo que as empresas possam estruturar suas operações de crédito de acordo com a sua situação de liquidez.

As condições aplicam-se às operações de empresas não rurais, contratadas até 7 de abril de 2020. A renegociação complementar contempla os setores da economia mais impactados pela pandemia da covid-19, relacionados na Portaria do Ministério da Economia. A nova carência e os acréscimos aos vencimentos das operações variam de quatro a seis meses, de acordo com o nível de impacto sofrido pelos setores de atividade, classificado em baixo, médio ou alto.

As operações contratadas por empresas de médio e grande portes que sofreram alto impacto relacionado com a pandemia poderão ter carência estabelecida até 30 de junho de 2021. Já para as médias e grandes empresas que tiveram baixo ou médio impacto, a primeira parcela passa a ser cobrada em maio de 2021.

As regras valem inclusive para clientes que já renegociaram suas operações nas modalidades lançadas previamente pelo Banco do Nordeste. O cadastro da renegociação pode ser efetuado no internet banking – em bnb.gov.br –  ou pelo App Banco do Nordeste, disponível na App Store e Play Store. Em caso de dúvidas, a Central de Relacionamentos do Banco do Nordeste atende pelo 0800 728 3030.

FNE Emergencial

No âmbito do programa FNE Emergencial, lançado pelo Governo Federal em maio para minimizar os efeitos da pandemia na economia regional, o Banco do Nordeste contratou os R$ 3 bilhões previstos para investimento e capital de giro em socorro às empresas e empreendedores, localizados nos municípios em que foi decretado estado de emergência. A linha emergencial teve toda a meta aplicada, com taxas de 2,5% ao ano.

(*)com informação da A.I