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O Tribunal Regional Eleitoral do Ceará entra na fase de final de preparação para a realização do primeiro turno das eleições municipais no próximo domingo, dia 15. O órgão, buscando zelar por um ambiente propício à votação tranquila e sem problemas para o eleitor cearense, fará o teste de quase 19 mil urnas eletrônicas, as quais serão distribuídas em todo o estado. Na capital, serão um total de 4 mil 573 urnas para 640 locais de votação e outras 16.228 urnas irão para as demais 183 cidades cearenses.

“Imagina o que é distribuir e testar quase 19 mil urnas eletrônicas, no interior e na grande fortaleza, pra dar conta do pleito eleitoral pra que ele corra com tanta tranquilidade aguardada por todos nós e não apenas isso, porque na realidade o cuidado que tem com essas urnas eletrônicas é que elas precisam passar primordialmente de eficiência de segurança e principalmente de que não vão dar defeito em grande quantidade”, disse o jornalista Beto Almeida.

Beto ressalta ainda que existem 2 mil urnas de reserva que poderão ser utilizadas quando um equipamento apresentar algum problema. Ele ainda diz que o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, teceu elogios aos órgãos regionais, salientando a intensa dedicação destes para realização de um pleito limpo. Beto ainda afirma que hoje as eleições no país dão um banho de civilidade e de eficiência ao mundo.

“Nada mais chato e aquela inquietação de você ficar na fila e na frustração de ter recebido uma informação de que a urna eletrônica não está funcionando de que a rede elétrica naquela sessão de votação deu problema e os eleitores ficam lá no transtorno de esperar o retorno, a retomada desse serviço enquanto os mesários ficam também frustrados em não dar sequência a todo esse trabalho que foi realizado como preparativo para a eleição municipal”, afirma Luzenor.

Crimes eleitorais

Em seguida, o jornalista Luzenor pontua a ocorrência de crimes eleitorais identificados pela Polícia Federal no município de Pacujá. O órgão fez busca na casa dos candidatos a prefeito, vice-prefeito e vereador, e revelou uma esquema de compra de votos em troca de valores, passagens aéreas, compra de material de construção e pagamento de exames médicos, entre outros benefícios. Tudo foi registrado por meio de áudio e mensagens escritas, bem como em documentos encontrados pela polícia.

“Eles usavam intermediários, inclusive vereadores, que estariam promovendo essa compra desenfreada de votos no município. Desde a promessa de vantagem com dinheiro, até essa farra de passagens com o dinheiro público. O MP diz que existe uma verdadeira central criada especificamente para fazer a compra de votos, o esquema era bem organizado”, finaliza Beto.

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