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Tramita na Câmara Federal a PEC do adiamento das eleições, a qual é bastante aguarda pelos pré-candidatos, que por sua vez devem seguir o andamento regular do calendário eleitoral enquanto a proposta com mudança nas datas não for aprovada. Por exemplo, aqueles que desejam concorrer na disputa eleitoral deste ano e atuam como locutores, repórteres ou comentaristas devem se afastar a partir desta terça-feira do seu ofício para não sofrerem punições.

Os jornalistas Luzenor de Oliveira e Beto Almeida repercutiram o assunto dentro do Bate-Papo político desta terça (30). Inicialmente Luzenor destaca o debate entre as lideranças regionais e o ministro Luis Roberto Barro, presidente do TSE nessa segunda-feira. Enquanto as entidades insistem que não há quadro favorável para realização do pleito, Barroso afirma que é possível sim realizar as eleições mediante a aprovação da PEC que está em tramitação.

Beto Almeida pontua que esse impasse leva ao entendimento de que dificilmente isso pode sair hoje: “O impasse permanece primeiro porque os prefeitos que estão atualmente no mandato entendem que esticar mais pra frente esse prazo da votação prejudica a eles, prejudica eleitoralmente falando. Porque eles dizem o seguinte: a coisa vai pegar na questão financeira. E eles temem que esse e desgaste seja maior exatamente no afunilamento da eleição”

Ele ainda destaca outro impasse no que se refere a ajuda financeira da União para os estados e municípios, pois a equipe econômica não garante a transferência dos recursos e isso também influencia na decisão da PEC. Por outro lado, Luzenor pontua a agenda com uma série de consultas que om TSE vem fazendo a afim de recolher sugestões sobre formas de lidar com o impacto do coronavírus nas eleições.

Luzenor destaca que o Tribunal Superior Eleitoral está jogando com o cenário de uma possível segunda onda do coronavírus no mês de novembro, tornando assim inviável a realização das eleições nesse período e dando início, portanto, a uma nova discussão sobre o assunto. Sobre isso, o jornalista Beto Almeida finaliza e comenta que “a consulta é apenas para justificar e dizer que foi feita uma consulta, mas as decisões já foram tomadas”

Briga a caminho da polícia

O município de Uruburetama volta às páginas policiais com a suspeita de falsificação de assinaturas e atos da gestão durante o período de afastamento do prefeito Artur Nery que há mais de 50 dias está internado por conta da Covid-19. Uma manobra do grupo político ligado ao prefeito barrou que a presidente da Câmara Municipal, vereadora Stela Rocha, assumisse o cargo.

O vereador Alexandre Nery, filho de Artur, é apontado como articulador da gestão enquanto o pai tenta se recuperar de sequelas do coronavírus.  O assunto ganhou destaque, nesta terça-feira (30), no Jornal Alerta Geral – Rádio FM 104.3 – Grande Fortaleza, entre os jornalistas Luzenor de Oliveira e Beto Almeida.


Diante do que considera gravidade dos fatos, o promotor de justiça da comarca de Uruburetama, Edilson Izaías Junior, acatou pedido da presidente da Câmara Municipal e requisitou à Delegacia de Polícia Civil do Município para que instaure procedimento investigatório em um prazo de 15 dias para investigar os fatos denunciados. 


Eleito vice-prefeito de Uruburetama em 2016, Artur Wagner Vasconcelos Nery foi empossado em 16 de julho de 2019 como prefeito do município, após a Câmara afastar José Hilson de Paiva, envolvido em denúncias de escândalo sexual no município. Na época, Artur Nery também se envolveu em outra polêmica, de extorsão contra o ex-prefeito, mas foi inocentado da acusação.

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