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Com a chegada do processo eleitoral, os órgãos de fiscalização planejam ações mais intensas no combate aos crimes eleitorais, sobretudo os atos de boca de urna e transporte ilegal de eleitores. Visando a diminuição de aglomerações nas ruas, os agentes das forças fiscalizadoras do pleito municipal, irão optar pela utilização de tecnologia que, à distância, possa resultar num serviço mais eficaz do órgão. Dentro do Bate-Papo político desta quarta-feira (28), os jornalistas Luzenor de Oliveira e Beto Almeida repercutiram o assunto e comentaram

A Polícia Federal revelou que utilizará drones de alta tecnologia nas eleições deste ano para fiscalizar o as sessões de votação e identificar crimes de boca de urna, bem como o transporte ilegal de eleitores. Foram 100 equipamentos adquiridos, os quais dispõem de câmeras elevado desempenho, podendo monitorar uma área de até 6km, com possibilita até 180x de zoom. Os aparelhos não serão vistos pela população, mas serão verificados instantaneamente pela central da PF.

“Quem pensar, quem estiver planejando ou quem quer decidir a tendência de votos dos eleitores a caminho dos locais de votação, das urnas, os candidatos irão pensar duas vezes ou mesmo os cabos eleitorais que muitas veze são definidos para aquele assédio de última hora na tentativa de captar o voto dos eleitores indefinido”, diz o jornalista Luzenor de Oliveira dentro do Bate-Papo político desta quarta.

“É mais uma ferramenta, é uma uma tecnologia posta a disposição da tentativa de coibir, de inibir a compra de votos, e outras ilegalidades como por exemplo o transporte ilegal de eleitores, distribuição de santinhos e com um detalhe, que vão ser priorizadas as zonas eleitorais com histórico de crime, aqui no estado do Ceará, mas também logico em outras unidades da federação”, afirma Beto Almeida

Beto ressalta que os drones vão captar essas imagens e envia-las para central da PF em Fortaleza e nessa central os agentes farão o acompanhamento de tudo que está ocorrendo no entorno dos locais de votação. Ele ainda destaca a qualidade dos aparelhos que são capazes de ver imagens dentro dos veículos que estão a caminho da votação para identificar possíveis irregularidades no transporte de eleitores e até mesmo ver a placa.

Luzenor diz: “Com menos homens pressentes nas ruas, homens e mulheres que integram as forças de seguranças para as eleições municiais, presentes ali nas proximidades das sessões eleitorais, dos caminhos que levam os eleitores às urnas, aos locais de votação, e com isso, a tecnologia bem mais eficiente, menos conflitante para comprovar desvio de conduta de eleitores e candidatos e crimes eleitorais”

Por fim, Beto Almeida pontua que essa atuação evita a maior presença dos policiais federais nas ruas e consequentemente a necessidade de contato dele com as pessoas que estão no entorno das sessões eleitorais. “Mas não estranhe se de repente aparecer uma viatura da Polícia Federal por perto, é sinal de que a central de controle por meio desses drones em atuação deve ter visualizado algum problema e isso com certeza vai acabar levando muito gente a sede de Polícia Federal”, finaliza”

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