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“Há sim essa certeza hoje, as eleições municipais serão adiadas” – disse o jornalista Luzenor de Oliveira no Bate-Papo político desta quinta-feira com o jornalista Beto Almeida na edição do Jornal Alerta Geral. O assunto vem à tona com o início das discussões mais propositivas sobre como se dará o processo eleitoral deste ano, desde as convenções partidárias até a votação nas urnas que mobiliza milhões de brasileiros.

O debate entre os senadores sobre o adiamento das eleições para o mês de novembro passou a ser vista como uma medida de consenso depois de uma reunião entre especialistas da área da saúde e representantes do TSE, bem como do Congresso Nacional. Com o aval do presidente do TSE, Luis Roberto Barroso, a discussão tomou corpo e já tramitam no senado duas propostas constitucionais, além de outros cinco projetos de lei na Câmara Federal.

Em sua fala, o jornalista Luzenor de Oliveira destaca que “os deputados federais e senadores incorporaram o sentimento de que com o número de casos causados pelo coronavírus não dá estimular aglomerações”. Com isso, o pensamento mais disseminado é de que o primeiro turno das eleições ocorra no dia 15 de novembro e no dia 29 aconteça o segundo turno. Outra proposta que tramita no senado coloca a realização das eleições somente para dezembro.

“O que vinha tão arrastado, de repente ganhou celeridade”, afirmou o jornalista Beto Almeida ao dizer que agora só precisa haver um consenso entre os blocos partidários\ideológicos dentro do senado a fim de que uma Proposta de Emenda à Constituição seja pensada de maneira unânime e tendo concordância entre todos os parlamentares. Beto ainda diz que a data nem é mais tão importante, mas “o curioso é ver os demais aspectos de como vai acontecer as eleições”.

Luzenor destaca que todas as datas envolvidas no processo eleitoral terão que ser repensadas, até mesmo aquelas que ocorrerão após as eleições como a aprovação de contas, apreciação das contas,sobretudo para os eleitos que precisam apresentar documentos que comprovem todos os gastos durante o período eleitora e depois disso vem a diplomação que é o ultimo ato antes do posse do mandato.

“Todas as datas do calendário em vigência passarão por discussão na avaliação dessa PEC”, finaliza Luzenor.

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