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O Governo Federal segue em briga política com o Congresso Nacional acerca da definição do valor do auxílio emergencial, que será ampliado em duas ou três parcelas. Enquanto a equipe econômica visa reduzir o valor atual e estabelecer o pagamento de R$ 400 reais, os parlamentares da Câmara Federal querem a manutenção dos atuais R$ 600 reais. O assunto entrou na pauta do Bate-Papo político desta segunda-feira (22).

“Queda de braço”, afirmou o jornalista Beto Almeida ao detalhar a situação. De um lado, o governo diz que é preciso levar em consideração o alto endividamento com as medidas enfrentadas durante a pandemia. Por outro lado, Beto pontua que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, defende a extensão do benefício por mais três parcelas, todas no valor de R$ 600 reais. Como argumento ele diz que o terceiro trimestre caminha para uma alta retração da economia, fazendo com que o problema do desemprego continue.

“Nessa queda de braço vai dar benefício para 64 milhões de brasileiros, nesse contingente pelo menos 2 milhões e 300 mil cearenses que estão recebendo essa grana.”, destaca Luzenor de Oliveira. Ele ainda fala sobre o fato de que cerca de 317 mil de servidores públicos receberam o auxilio de forma indevida, prejudicando aqueles que precisam do auxílio. Luzenor ainda diz que são 27 mil ações movidas por pessoas que precisam do benefício junto à Defensoria Pública da União e simplesmente não receberam o auxilio emergencial, tendo assim que ir à justiça para conseguirem o dinheiro.

Enquanto tem gente que já se prepara pra receber a terceira parcela, tem pessoas, inclusive cearenses, que ainda lutam para receber, pelo menos a primeira parcela”, pontua Beto Almeida ao finalizar afirmando que o benefício realmente precisa vir para ajudar os trabalhadores que não possuem renda fixa, que foram demitidos e , portanto, estão precisando do benefício do governo para conseguirem se manter de maneira satisfatória.

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