O crescente número de crianças que nasceram com excesso de pelos chamou atenção de especialistas em todo o Brasil. Por isso, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu um alerta sobre o risco de crescimento anormal de pelos em bebês que entram em contato com o minoxidil em sua forma tópica.
O medicamento é destinado ao tratamento da alopecia androgênica (calvície hereditária) em adultos. A condição que afeta os bebês é chamada hipertricose, ou “síndrome do lobisomem”, como ficou popularmente conhecida.
O alerta da Anvisa surge após relatos de casos na Europa envolvendo crianças que apresentaram crescimento excessivo de pelos após entrarem em contato com áreas da pele onde o minoxidil havia sido aplicado por seus pais. Em todos os casos notificados, a condição regrediu espontaneamente após a interrupção do contato com o medicamento.
