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O debate sobre o adiamento das eleições municipais de 2020 ganha mais consistência com a posse do ministro Luis Roberto Barro como novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral. Previstas para terem o primeiro turno sendo realizado no dia 04 de outubro, as eleições também devem ter discussões aprofundadas no Congresso Nacional a fim de que se delibere uma decisão mais rápido quando a temática. O assunto foi pauta do Bate-Papo político desta segunda-feira (25).

Com uma cerimônia mais modesta e reservada, a possa do ministro Luis Roberto será acompanhada pelos presidentes Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre, da Câmara e do Senado, respectivamente. As discussões nas casas legislativas giram em torno da elaboração de uma emenda constitucional que será votada para definir as novas datas do pleito de 2020. No quadro atual de pandemia, as ações do TSE e do Congresso Nacional caminham para o adiamento.

Em seu comentário, o jornalista Luzenor de Oliveira destaca que as condições sanitárias decorrentes da pandemia do novo coronavírus colocam em risco a saúde da população e por isso a melhor decisão neste momento é o adiamento. “A corrida as eleições exige participação, articulação, reunião e aglomeração. E com tanto riscos a saúde dos brasileiros, em meio as incertezas sobre o futuro da pandemia do coronavírus, a melhor decisão, a mais segura para a saúde dos brasileiros é o adiamento das eleições de 2020”

Beto Almeida, por sua vez, destaca que o grande desafio de Luis Roberto Barroso é exatamente avaliar como é que vão se dar as eleições previstas para outubro. O ministro tem admitido a ideia de reprogramação do primeiro turno para o dia 15 de novembro ou começo de dezembro. Além disso, tanto ele como os líderes do Congresso Nacional rechaçam a ideia fazer as eleições em 2022 juntamente com o pleito nacional, segundo o jornalista

Por conseguinte, Beto ainda pontua que todas as alterações que serão feitas pelo TSE terão que ser aprovadas pelo Congresso, pois lidam com mudanças constitucionais. Ademais, ele declara que será difícil para os partidos lidarem com as limitações impostas pelo novo cenário de pandemia, visto que as condições sanitárias são preocupantes.

“Campanha política é corpo a corpo, campanha é ali olho no olho, é cumprimento, é visitando as feiras, é participando de aglomerações. Olha, é uma eleição que vai exigir muito de todos, não tenha dúvida.”

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