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O economista Paulo Guedes, responsável pelo plano econômico do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), cancelou mais duas agendas públicas nesta sexta-feira. Guedes faria uma apresentação do plano econômico do candidato nesta manhã na Câmara de Comécio Americana (AMCHAM) e, à tarde, iria participar do congresso que está sendo realizado pela Expert XP, ambos em São Paulo. É o terceiro cancelamento de agenda do economista após Bolsonaro determinar uma “lei da mordaça” entre seus principais assessores.

Bolsonaro segue internado no Hospital Albert Einstein, na zona sul de São Paulo, após ter sido atacado a faca por Adélio Bispo de Oliveira no dia 6 de setembro, em Juiz de Fora. Na quinta, 20, a Polícia Federal (PF) prorrogou o inquérito sobre o agressor do presidenciável do PSL após ouvir 38 pessoas. Ele voltou a apresentar febra após a introdução de alimentação por via oral.

A campanha de Bolsonaro tenta, como o Estado mostrou na quinta-feira, estancar o desgaste provocado por declarações polêmicas de Paulo Guedes e do general Mourão (PRTB), vice na chapa presidencial. O presidenciável do PSL voltou ao Twitter e reiterou que é contra a criação de uma nova CPMF, proposta estudada pelo economista conforme entrevista ao Estado.

Na quinta-feira, 20, o Estadão/Broadcast informou que ele também não iria mais a uma reunião fechada com clientes do Credit Suisse Hedging Griffo (CSHG). O motivo alegado pelos organizadores para o cancelamento, de acordo com fontes que haviam sido convidadas para o evento, seria “problema em agenda”. Procurado ontem, o CSHG não comentou.

 

 

 

Com informação do Estadão