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Após meses de isolamento social, milhares de cearenses tiveram a renda comprometida. Aos pouco, a geração de emprego volta ao ritmo normal. Em julho, o Ceará gerou 5,7 mil empregos formais a mais do que o número de demissões. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (21) pelo Ministério da Economia. Nos quatro meses anteriores, de março a junho, a geração de emprego estava em queda.

O dado destaca-se como o maior saldo do Nordeste, para o período, seguido dos estados do Maranhão (4.919) e Pernambuco (4.624), resultado das 25.702 admissões e 19.975 demissões realizadas em todo o Estado.

Já considerado o acumulado do ano, o Ceará tem um ano negativo até julho, com 37,4 mil vagas perdidas. No mês passado, foram contratados 1.043.650 trabalhadores formais, e demitidas 912.640 pessoas em todo o país.

Em todo país

Depois de vários meses extinguindo postos de trabalho por causa da pandemia do novo coronavírus, o país voltou a criar empregos formais em julho. Segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), da Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia, 131.010 postos de trabalho com carteira assinada foram abertos no último mês. O indicador mede a diferença entre contratações e demissões.

Essa foi a primeira vez desde fevereiro em que o emprego formal cresceu. No acumulado do ano, no entanto, o mercado de trabalho continua sentindo o impacto da pandemia. De janeiro a julho, foram fechadas 1.092.578 vagas, o pior resultado para os sete primeiros meses do ano desde o início da série histórica, em 2010.

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