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Com protestos, manifestações pelas redes sociais, carretas, pressões de donos de estabelecimentos particulares, o Brasil vive, nos últimos dias, uma grande expectativa sobre o reinicio das aulas presenciais. Em Fortaleza, diretores de escolas se preparam para retomada das aulas no dia 3 de agosto, mas 48 horas antes o governador Camilo Santana anunciou medidas para retardar ainda mais o reinicio das atividades escolares.

Os proprietários de estabelecimentos de ensino reclamam de prejuízos, inadimplências e o medo de aumentar a evasão escolar, principalmente nas escolas de menor porte.

Nesta sexta-feira (7), um grupo de coordenadores, professores e pais de alunos realizaram um ato na Praça da Bandeira, no Centro de Fortaleza, pela volta às aulas presenciais. Com cadeiras escolares dispostas na praça e cartazes, os participantes realizam uma aula discutindo o direito das famílias em escolher se querem as aulas presenciais ou remotas.

De acordo com o governador do Ceará, Camilo Santana, a previsão é de que as aulas presenciais em escolas e universidades, públicas e privadas, voltem apenas no início de setembro, se os indicadores epidemiológicos relacionados à Covid-19 permanecerem favoráveis.

Participaram da manifestação, a Associação das Pequenas Escolas de Fortaleza, a União das Escolas Particulares de Pequeno e Médio Porte Ceará e Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do Ceará (Sinepe). Os organizadores dizem que cerca de 150 pessoas estão no ato.

Em outros estados

A mesma situação se repete em outros estados do país. No Distrito Federal, o retorno às aulas chegou a ser liberado na última terça-feira (04), mas em 48 horas voltou a ser proibido. Para reivindicar, associações escolares foram as ruas como forma de protesto.

Em São Paulo, o prefeito da capital paulista, Bruno Covas, afirmou que a volta às aulas na rede municipal de ensino ainda não tem uma data definida para ocorrer. Segundo ele, o retorno presencial poderá ocorrer a partir de 7 outubro, mesma data definida para o retorno pelo governo do estado, nos meses seguintes, ou até em 2021.

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