Camilo quer mais recursos para o Pé-de-Meia que, em junho, destina R$ 640 milhões para 3,2 milhões de estudantes

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O Ministro da Educação, Camilo Santana, ganhou a queda de braço dentro do Governo Federal para manutenção do Orçamento do Pé-de-Meia e quer muito mais: Camilo trabalha para universalização do programa, permitindo, assim, mais redução das desigualdades sociais entre os jovens.


O Pé-de-Meia, com uma bolsa mensal de R$ 200, contribui para diminuir a evasão escolar e melhorar o aprendizado dos estudantes, que passam a permanecer mais tempo na sala de aula. Camilo se diz “terminantemente contra” a qualquer redução orçamentária, mesmo com as pressões internas para contenção de gastos.

BOA POUPANÇA E MAIS APRENDIZADO


Além do auxílio mensal, os estudantes podem acumular, ao longo de três anos do ensino médio, uma poupança de R$ 9.200. O programa tem parcelas anuais no valor de R$ 1.000 que só podem ser sacadas ao término do ciclo do ensino médio.


O programa Pé-de-Meia beneficia atualmente 4 milhões de alunos inscritos no Cadastro Único e, em 2025, tem um investimento de R$ 12 bilhões.


“A gente tem de investir forte na juventude e não ficar sempre nesse passo lento em relação a outros países que conseguiram dar um salto de forma mais rápida”, expõe Camilo Santana, que, com o Pé-de-Meia criou a principal marca da terceira gestão do presidente Lula.


MOVIMENTO NA ECONOMIA


A 4ª parcela do benefício, com pagamento até o dia 30 de junho, contempla 3,2 milhões de alunos e movimenta a economia dos municípios brasileiros com a injeção de R$ 640 milhões.


O repórter Carlos Silva destaca, no Jornal Alerta Geral, os efeitos do Pé-de-Meia na vida dos estudantes e na economia dos municípios. Já o repórter Alverne Lacerda registra que, na Região dos Inhamuns, o Pé-de-Meia movimenta a economia, com um desembolso mensal de R$ 743 mil para 3.700 alunos.