O Brasil já soma 140 casos confirmados de Mpox em 2026, além de nove suspeitas em investigação, segundo dados atualizados do Ministério da Saúde. Apesar do crescimento nos registros, o governo federal avalia que a situação ainda não configura um cenário de alerta para a população.
De acordo com a pasta, o monitoramento dos casos ocorre de forma contínua, em articulação com os estados, sem impacto, até o momento, no abastecimento de insumos para produção de medicamentos, mesmo diante de instabilidades no cenário internacional.
No Ceará, o número de ocorrências também vem sendo acompanhado. Até agora, foram contabilizadas 29 notificações da doença neste ano, com três confirmações, 24 descartes e dois casos ainda sob investigação. O registro mais recente foi confirmado no dia 20 de março, conforme dados da plataforma estadual de monitoramento em saúde.
A Mpox é transmitida principalmente pelo contato direto com lesões na pele, fluidos corporais ou secreções de pessoas infectadas. A transmissão também pode ocorrer por meio de contato próximo e prolongado, incluindo gotículas respiratórias.
O diagnóstico da doença é feito por meio de exames laboratoriais, a partir da coleta de material das lesões. Quando as feridas já estão em fase de cicatrização, as crostas também podem ser utilizadas para análise, sendo encaminhadas a laboratórios de referência.
Mesmo com o aumento de casos, as autoridades reforçam que a vigilância segue ativa, com acompanhamento constante da evolução da doença no país.
