Os prefeitos e prefeitas que entraram na mira do Ministério Público Eleitoral e foram denunciados à Justiça Eleitoral por abuso do poder político e econômico tem mais um motivo para perder noites de sono. A preocupação aumenta após o TRE (Tribunal Regional Eleitoral) cassar o prefeito de Alto Santo, Joani Holanda. Joani é o primeiro cassado, entre os eleitos ou reeleitos, em 2024.
O caso ganha repercussão porque pode ter impacto no julgamento de outros gestores denunciados por fraudes, infrações à legislação ou irregularidades na captação de votos.
O repórter Carlos Silva, em participação no Jornal Alerta Geral, destaca que os processos surgiram a partir de investigações do Ministério Público Eleitoral e das Polícias Civil e Federal que fizeram coletas de provas mostrando excessos na campanha de candidatos que se deram bem nas urnas.
PREFEITOS INVESTIGADOS
A lista de gestões que se transformaram em alvo das investigações tem os prefeitos de Coreaú, Aracati, Canindé, Limoeiro do Norte, Moraújo, Quixeré, Ipu, Barroquinha, Choró e Santa Quitéria.
Duas situações chamam a atenção: o prefeito de Choró, Bebeto Queiroz, não assumiu o cargo e está foragido, enquanto Braguinha, de Santa Quitéria, que, também, não assumiu o cargo após ser reeleito, cumpre prisão domiciliar.
O Bate Papo Político, no Jornal Alerta Geral, com os jornalistas Luzenor de Oliveira e Beto Almeida, analisa quais os possíveis efeitos da cassação do mandato do prefeito de Alto Santo sobre os demais casos de gestores denunciados por abuso do poder político e econômico nas eleições de 2024.
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