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Uma nova missão do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF) visitará Caucaia. A previsão é de que os executivos desembarquem no município em menos de um mês. Estará cumprida, com isso, a última etapa antes da liberação de 80 milhões de dólares para a Prefeitura.

Essa será a segunda vinda de uma comitiva CAF a Caucaia em menos de um ano. A primeira ocorreu em fevereiro, antes de o Congresso Nacional aprovar a contração do financiamento. “Nós estamos falando de mais de R$ 300 milhões que vão ser investidos em projetos importantíssimos para o município, que gestões passadas negligenciaram e que estamos conseguindo em tempo recorde. Os próximos anos vão ser de muita obra”, diz o prefeito Naumi Amorim.

Nesta nova passagem por Caucaia, denominada Missão de Arranque, os dirigentes do Banco vão ser apresentados à versão final do cronograma de obras e dar encaminhamentos sobre a execução dos projetos. Além disso, o município receberá a carta de crédito com a liberação imediata de 20% do valor total da transação.

Isso representará um investimento inicial de 16 milhões de dólares. “Na primeira missão, eles avaliaram se Caucaia tinha condições de fazer o financiamento. E nos deram diretrizes. A missão agora vem no sentido de nos dizer como tocar os projetos. É também uma missão de transferência de conhecimento, porque o pessoal do CAF já acompanhou obras em outras cidades e pode colaborar muito conosco”, detalha o diretor da Unidade de Gerenciamento de Projetos, Fábio Mota.

Segundo ele, o recurso inicial irá integralmente para obras de pavimentação. Ruas e avenidas que ainda não têm asfalto serão prioridade. Por ser o segundo maior distrito de Caucaia, a Grande Jurema receberá os primeiros lotes de obras – que, conforme o prefeito Naumi Amorim, irão beneficiar todos os bairros de Caucaia. Mais de 500 vias receberão asfalto novo.

A partir da liberação da verba, a Prefeitura tem cinco anos para executar todas as obras que apresentou ao CAF. Elas integram o Programa de Infraestrutura Integrada, que contempla a urbanização de quatro lagoas, a criação de cinco praças e de dez ecopontos, a ampliação e readequação do sistema viário, a construção e melhoria de 170 quilômetros de vias urbanas, e a construção de um Centro de Eventos, um viaduto e uma ponte.

A expectativa é de que as obras gerem cerca de 5.000 empregos e resultem também na elaboração de um Plano de Mobilidade Urbana. Haverá ainda iniciativas de aspectos sociombientais, como estudos do índice de vulnerabilidade, pegadas hídrica e de carbono, de hidrodinâmica para as lagoas e planos de arborização e iluminação pública.

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