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O auxílio emergencial, no valor de R$ 600,00, caiu, indevidamente, no bolso de 317.163 servidores públicos em todo o Brasil. O pagamento irregular do benefício para servidores federais, estaduais e municipais chega, de acordo com a Controladoria Geral da União (CGU), a R$ 222.987.000,00. Somente no Ceará estão 24.650 agentes públicos que receberam o dinheiro de forma ilegal. O Ceará é o quarto estado com mais suspeitas de fraudes com o auxílio emergencial.


O levantamento da CGU foi feito a partir do cruzamento entre o CPF dos agentes públicos e o CPF dos beneficiários do auxílio emergencial. O resultado da pesquisa revelou a fraude: quem tem renda, com salário pago pelo poder público, acabou embolsando o dinheiro. O Ministério Público Estadual começou a cobrar que os prefeitos notifiquem os servidores a devolverem o dinheiro aos cofres da União.


DEVOLUÇÃO DO DINHEIRO
Uma das cobranças feitas pelo Ministério Público Estadual, como relata, nesta sexta-feira, no Jornal Alerta Geral, o repórter Carlos Silva, é feita a servidores dos Municípios de Jaguaribara e Jaguaruana. O Jornal Alerta Geral, gerado pela FM 104.3 – Expresso Grande Fortaleza, é transmitido para outras 24 emissoras de rádio no Interior e pelas redes sociais do cearaagora. Durante o Bate Papo Político, no Alerta Geral, o jornalista Beto Almeida manifesta estarrecimento com a fraude cometida por milhares de servidores públicos.

(*) Números da CGU
APOIO A QUEM NÃO TEM RENDA
O auxílio emergencial foi instituído pelo Governo Federal para atender aos trabalhadores informais que, nesse período da pandemia do coronavírus, ficaram sem qualquer renda. O benefício é pago no valor de R$ 600,00 a trabalhadores informais, autônomos, microempreendedores individuais e desempregados. As mães solteiras tem direito ao valor em dobro. O Ministério da Economia trabalha com a possibilidade de prorrogação do benefício que, pelos cálculos do Governo Federal, deve ser pago por mais duas parcelas. O valor, nessa nova fase, pela projeção do Ministério da Economia, deve ficar em R$ 400,00. Deputados federais e senadores irão insistir em manter o valor atual de R$ 600,00.

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