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O Ceará e mais dez estados brasileiros terão acesso a modernos equipamentos de processamento genético para análise de provas coletadas em casos de crimes sexuais. A iniciativa é parte de um acordo de cooperação entre a Polícia Federal (PF) e a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) que possibilitou a criação da plataforma de extração de DNA que funcionará no Centro Multiusuário de Processamento Automatizado de Vestígios Sexuais.

Além da região cearense, os estados de Amazonas, Bahia, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Paraíba, Pernambuco, Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo também terão acesso a infraestrutura e o pessoal qualificado para operar os equipamentos.

Um dos objetivos da modernização é acabar com as pendências de exames de DNA em todo o país. Só de crimes sexuais são mais de 100 mil vestígios armazenados em todo o Brasil. Isso representa mais de 100 mil crimes. Muitas mulheres que foram ao IML, se submeteram a um exame, tiveram material coletado e ele não foi processado, ficando armazenados em um freezer.

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, também destacou a importância dos novos recursos para a concluir de crimes e punir os culpados. Cada unidade da federação é responsável por coletar amostras de DNA dos condenados nas penitenciárias. Em seguida, as amostras são processadas em um dos laboratórios que compõe a Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos e incluídas em seus respectivos bancos de dados.

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