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O cenário de transplantes de órgãos no estado do Ceará é bastante positivo. Segundo dados da Secretaria Estadual da Saúde (Sesa), de 2009 a 2018 a quantidade de procedimentos efetivados saltou de 760 para 1.535, aumento superior a 100%.

No período de nove anos, o número cresceu gradativamente até 2016, quando houve um pico de 1.874 transplantes. De lá até 2018 foi registrada uma queda, mas a quantidade se mantém mais que dobrada em relação a 2009.

Até 21 de agosto deste ano, segundo a Sesa, dos 1.004 pacientes que aguardam por um novo órgão no Ceará, 793 estavam à espera de um rim. Os demais se dividem entre fígado (162), coração (16), medula óssea (12), córnea (9), pâncreas/rim (8), pulmão (3) e pâncreas isolado (1).

Segundo a proporção por milhão de habitantes, no primeiro semestre deste ano, o Ceará foi o 2º do Brasil que mais realizou transplantes de fígado, o 3º em pulmão e coração, o 4º em córnea, o 7º em rim pâncreas/rim e o 9º em medula óssea.

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