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Mesmo sendo o estado com o segundo maior número de empresas do Nordeste e ocupar a posição de terceiro estado nordestino com mais trabalhadores assalariados, o Ceará tem uma das piores remunerações do Brasil, com média mensal de 2,3 salários mínimos.  A média do País é de 3,1 salários mínimos, o que coloca o Estado na 25ª posição nacional.

Os dados fazem parte das Estatísticas do Cadastro Central de Empresas (Cempre) relativas ao ano de 2018 e foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira.

Em 2018, as unidades locais empresariais totalizavam 141.691 distribuídas em todo o território cearense, sendo o segundo maior índice do Nordeste. Além disso, pelo menos 1,63 milhão de pessoas estavam empregadas no Ceará, sendo 1,4 milhão delas assalariadas e 168.281 sócios ou proprietários de negócios, conforme o IBGE. Entretanto, o salário médio mensal dos trabalhadores cearenses é de 2.236,53, estando na sétima posição entre os nove estados do Nordeste.

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