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O discurso entre as lideranças estaduais do PDT e do PT é na direção de colocar panos mornos nas discussões sobre as eleições de 2022, mas quem acompanha os bastidores políticos sente que subiu o nível das tensões no ambiente de relacionamento entre os representantes das duas siglas.

O centro do conflito é a indicação do nome que encabeçará a chapa do PDT ao Palácio da Abolição. As divergências com os pedetistas unem ainda mais o PT que fincou pé e, com o aval do ex-governador Camilo Santana, não abre mão da candidatura à reeleição da atual Governadora Izolda Cela.

’O desdobramento desse quadro é imprevisível’’, diz o deputado federal José Airton Cirilo, uma das vozes do PT contrárias ao lançamento do ex-prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio, como candidato ao Governo. ‘’Queremos, sim, a Izolda, que é um nome para garantir a unidade da aliança, mas se esse não for o caminho, o PT terá candidato próprio a governador’’, acrescentar José Airton, entusiasmado com a popularidade do ex-presidente Lula no Ceará.

Há poucos dias, em entrevista ao Jornal Alerta Geral, o Secretário de Relações Institucionais do Governo do Estado, Nelson Martins, disse que Izolda é o nome para unir o PT, PDT e MDB. A manifestação gerou incômodo na ala que torce pelo ex-prefeito Roberto Cláudio, mas agradou aos petistas – do baixo ao alto escalão do partido, e, também, ao presidente da Executiva Regional do MDB, ex-senador Eunício Oliveira.

SILÊNCIO
O ex-governador e pré-candidato ao Senado, Camilo Santana, após deixar o cargo no dia primeiro de abril, tirou um descanso da agenda política. Camilo tem sido leal aos irmãos Cid e Ciro Gomes, cumpre, muitas vezes, o papel de bombeiro para apagar labaredas na relação PT-PDT e, quanto ao nome para a sucessão estadual, já manifestou a sua simpatia pela Governadora Izolda Cela.

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