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O pré-candidato do PSDB, Geraldo Alckmin (PSDB), recebeu, nesta quinta-feira, em Brasília, o apoio formal do centrão à sua candidatura e terá a maior aliança partidária na corrida ao Palácio do Planalto. O centrão é formado pelo    DEMPPPRPRB e SD. O PSDB, que puxará a coligação, terá, ainda, como aliados, o PSD e o PTB. Caberá ao centrão a indicação do nome do candidato a vice-presidente na chapa do tucano.

Alckmin não escondeu ao alegria ao receber a adesão do bloco partidário que tem, pelo menos, 138 deputados federais e quase 40% do tempo de propaganda no rádio e na televisão.  ‘’Estou muito feliz. Fui candidato em 2006, mas sinto um clima hoje totalmente diferente e me sinto até muito mais amadurecido para o momento em que vivemos, que não é um momento fácil’’, observou.

O pré-candidato do PSDB alertou para os riscos de extremos nas eleições de 2018. ‘’O caminho não é nem autoritarismo, nem populismo, mas a democracia, o diálogo que leva ao entendimento’’, afirmou o tucano, que ouviu atentamente a leitura de uma carta do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), que anunciava, naquele momento, a desistência da pré-candidatura à Presidência da República.

Maia chegou a fazer movimentos, tentou se viabilizar como pré-candidato ao Planalto, mas não encontrou consistência em seu projeto e decidiu liderar o bloco de partidos em direção ao PSDB. Maia se encontra nos Estados Unidos para não ter de assumir a Presidência durante viagem de Michel Temer e, por essa razão, esteve ausente ao evento de anúncio de apoio do centrão ao tucano.

Coube ao presidente do DEM, o prefeito de Salvador (BA) ACM Neto, ler a carta. O comunicado destaca as viagens de  Rodrigo Maia pelo país como pré-candidato e afirma que abre mão de sua postulação pela união do grupo em torno de Alckmin. Na carta, Maia anunciou que será candidato à reeleição para deputado federal pelo Rio. Ele argumentou que a desistência da pré-candidatura é para evitar que o país sofra retrocesso.

 “A historia não nos dá o direito de andar para trás”, ressaltou Rodrigo Maia na carta endereçado aos correligionários do DEM, ao presidenciável Geraldo Alckmin e aos dirigentes do PP, PR, PRB e SD.