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O líder empresarial do setor do transporte de passageiros e primeiro suplente de senador Chiquinho Feitosa se prepara para, neste mês de maio, assumir, oficialmente, o comando regional do PSDB e encarar outro desafio: convencer os dirigentes estaduais do PDT e do PT para contemplá-lo com a primeira suplência do candidato ao Senado, Camilo Santana (PT).


O desejo de Chiquinho foi exposto ao senador Tasso Jereissati (PSDB), ao senador Cid Gomes, ao pré-candidato Camilo e ao presidente da Assembleia Legislativa, Evandro Leitão. A notícia sobre o sonho do filho de Tauá surgiu, justamente, nos corredores da Assembleia Legislativa.


A movimentação de Chiquinho Feitosa tem sido bem intensa, embora o seu projeto original seja uma vaga na Câmara Federal. A suplência, porém, o entusiasma muito mais e o deixa menos pressionado para percorrer os municípios do Interior para garimpar apoios e consolidar um mandato de deputado federal com mais de 200 mil votos.


Uma possível suplência de senador não atrapalha os planos do PSDB garantir, pelo menos, duas vagas na Câmara Federal. Chiquinho fez os cálculos e, se sair da lista de pré-candidatos a deputado, irá transferir para os correligionários os votos necessários que os tucanos do Ceará precisam para chegar a Brasília com as duas vagas na Câmara. Como prevenção maior, Chiquinho filiou o filho, como mesmo nome, ao PSDB.


‘’Não restam dívidas de que essa matemática é correta, mas é bom lembrar que, se for indicado suplente de senador, Chiquinho deixará com pedetistas boa parte de suas bases eleitorais, o que pode não ser bom para o PSDB’’, avalia um assíduo frequentador dos corredores da Assembleia Legislativa.

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