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Os trabalhadores dos Correios estão em greve e, segundo a entidade, não há prazo para o fim da paralisação na estatal. O cenário deixa dúvidas sobre como funcionará os serviços de entrega de correspondências, faturas e encomendas.

De acordo com a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas dos Correios e Similares, os grevistas são contra a privatização da estatal, reclamam do que chamam de “negligência com a saúde dos trabalhadores” na pandemia e pedem que direitos trabalhistas sejam garantidos.

Por meio de nota, a federação afirma que desde julho os sindicatos tentam dialogar com a direção dos Correios sobre as reivindicações, mas não tiveram sucesso no diálogo.

Conheça os seus direitos:

Encomendas

As empresas que vendem com entrega pelos Correios são responsáveis por encontrar outra forma para que os produtos sejam entregues no prazo contratado. Se for o consumidor a contratar um serviço de entrega dos Correios e este não for prestado, ele tem o direito a ressarcimento ou abatimento do valor pago. E pode ir à Justiça pedir indenização caso hajo dano material ou moral provocado pelo atraso.

Contas a pagar

As empresas que enviam cobrança por correspondência postal são obrigadas a oferecer outra forma de pagamento que seja viável ao consumidor, como internet, sede da empresa ou depósito bancário, entre outras. Essas alternativas devem ser divulgadas amplamente, de forma clara. Caso não receba os boletos bancários e faturas, por conta da greve, o cliente deve entrar em contato com a empresa credora, antes do vencimento, e solicitar outra opção de pagamento.

Segundo os órgãos de defesa do consumidor, se a empresa não dispor dessas formas alternativas para pagar, deve prorrogar o vencimento da conta.

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