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Depois de um cenário conturbado, o caminho para chegada da vacina contra Covid-19 começa a ser definido. O governo federal estabeleceu nesta terça-feira (15), um prazo para iniciar a campanha nacional de vacinação. Em resposta a um questionamento do Supremo Tribunal Federal, a Advocacia-Geral da União anunciou que a previsão do Ministério de Saúde é começar a vacinar os grupos prioritários cinco dias após ter o aval da Anvisa e começar a entrega das primeiras doses de um imunizante certificado pela agência.

Mesmo com o prazo, o Ministério da Saúde ainda não divulgou uma data específica para iniciar a vacinação. Em nota, governo disse que vai apresentar oficialmente o plano nacional nesta quarta-feira (16), 10h, com a presença do presidente Jair Bolsonaro e o ministro Eduardo Pazuello.

Atualmente, a vacina da Pfizer/Biontech e a CoronaVac são as principais candidatas a conseguir a autorização e a ter doses disponíveis para uso, mas nenhuma das duas fez ainda a solicitação ao órgão federal. O uso emergencial do imunizante da Pfizer já vem sendo usado nos EUA, no Reino Unido e em outros países.

A previsão do governo é concluir a imunização da “população em geral” em um ano, o que deixa o plano de vacinação com 16 meses, já que os primeiros quatro meses serão para grupos prioritários.

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