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A secretária de Gestão do Trabalho e Educação na Saúde do Ministério, Mayra Pinheiro, contrariando estudos e recomendações sobre o uso da cloroquina defendeu nesta terça-feira (16), que não dar cloroquina a pacientes de Covid-19 é “crime contra a humanidade”.

Segundo a secretária, não é possível fazer uma inação de orientar um medicamento que pode salvar vidas somente porque os estados se reservam o direito de não concordar e de não distribuir. Mayra disse que “muitos médicos serão julgados daqui a algum tempo por inação e por omissão de socorro, como crime contra a humanidade.” 

O governo americano revogou nesta semana a autorização emergencial para uso da cloroquina em pacientes de Covid-19, mas o brasileiro continua apostando na medicação como alternativa prioritária de tratamento da doença. E não só investe na distribuição do remédio na rede pública, como pretende convencer procuradores e promotores a cobrarem de estados e municípios que deem cloroquina aos pacientes, assim que o coronavírus for diagnosticado.

A prescrição de cloroquina logo no início da infecção por coronavírus foi autorizada no fim de maio por uma nota técnica do Ministério da Saúde, segundo a qual o paciente precisa concordar por escrito com a  administração do remédio. 

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